Problema em chapa pode impedir posse de prefeito de Silva Jardim (RJ)

Em eleições suplementares, a chapa de Jaime Figueiredo (Pros) e Marcilene Xavier (PP) conquistou 5.525 votos, mas havia sido indeferida pelo TRE-RJ 

Prefeito eleito pode não assumir cargo em Silva Jardim

Prefeito eleito pode não assumir cargo em Silva Jardim

Reprodução/Redes Sociais

O candidato Jaime Figueiredo (Pros) garantiu o primeiro lugar, com 5.525 votos, em eleições suplementares para prefeito de Silva Jardim, encerradas na noite de domingo (8). Mesmo com a vitória, ele pode não assumir o cargo.

A chapa de Figueiredo, que tem como vice Marcilene Xavier (PP), havia sido indeferida pelo TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro) por não ter cumprido o prazo legal de seis meses para filiação partidária no Pros.

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O candidato recorreu da decisão na última quarta-feira (4) e disputou as eleições sub judice. Ele concorreu na situação “indeferido com recurso” e seus votos foram computados como anulados, por isso não são considerados votos válidos.

A segunda colocada, a chapa formada por Zilmara Brandão (PL), com o vice Liés Abibe (PL), recebeu 4.127 votos e poderá ser a vencedora caso a decisão que cassou o registro da chapa de Figueiredo seja confirmada.

Segundo o TRE, a confirmação deve ocorrer até o dia 30 de março e ninguém será diplomado enquanto isso, permanecendo no cargo o atual prefeito.

Os mandados do prefeito e do vice que forem eleitos vão até o dia 31 de dezembro de 2020.

*Estagiária do R7, sob supervisão de Celso Fonseca