Rio de Janeiro RJ: Bibi Perigosa se mudou de comunidade alvo de ações e negou continuidade no crime ao ser presa

RJ: Bibi Perigosa se mudou de comunidade alvo de ações e negou continuidade no crime ao ser presa

Acusada de ordenar ataques no Rio Grande do Norte, ela foi capturada pela Polícia Civil em um shopping na zona oeste 

  • Rio de Janeiro | Do R7, com Record TV Rio

Bibi Perigosa foi presa em shopping na zona oeste do Rio

Bibi Perigosa foi presa em shopping na zona oeste do Rio

Reprodução

Andreza Cristina Lima Leitão, de 31 anos, mais conhecida como Bibi Perigosa, se mudou da comunidade onde estava escondida pouco antes de ser presa. Segundo informações da Polícia Civil, ela havia trocado a Vila Cruzeiro, na zona norte, pela Vila Kennedy, na zona oeste, devido às operações policiais recentes. 

Bibi Perigosa era monitorada pelos agentes havia cerca de uma semana e acabou capturada em um shopping em Campo Grande, na zona oeste, no domingo (2), ao sair sem proteção da comunidade.

Responsável pela investigação, o delegado Rodrigo Coelho disse que a mulher, acusada de ordenar ataques no Rio Grande do Norte, negou ter continuado no mundo do crime na chegada ao Rio.

"Ela disse na delegacia que teria abandonado o crime desde que veio para o Rio foragida. Mas as inteligências e as polícias que fazem contato conosco, principalmente depois da confirmação da prisão, nos dá a ideia de que isso é mentira. Ela herdou a posição de chefe do tráfico do marido, que foi morto. Ela se juntou a outro companheiro, que a auxilia nessas atividades. E, do Rio, ela controla um grupo de criminosos da maior confiança dela e para os quais repassou a ordem para esses ataques no estado do Rio Grande do Norte, pleiteando, segundo alegam, melhorias no sistema carcerário", disse Rodrigo Coelho em entrevista à Record TV Rio.

Segundo as investigações, Bibi Perigosa se abrigou no Rio após ter promovido uma série de ataques em Natal, em março deste ano — entre eles, roubos, assassinatos e depredações.

A mulher é acusada de chefiar uma facção criminosa do Rio Grande do Norte desde 2016, após a morte do marido.

Ainda de acordo com a polícia, ela responde a diversos processos na Justiça por tráfico de drogas, organização criminosa e pelos ataques ocorridos no mês passado.

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