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Servidora do Cefet revela que atirador apresentava comportamento inadequado há anos e escola ignorou

João Antônio Miranda Gonçalves demonstrava sinais violentos antes do ataque fatal; denúncias não teriam sido levadas a sério pela escola

RJ no Ar|Do R7

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Uma servidora que trabalhou por cinco anos com João Antônio Miranda Gonçalves, o atirador do Cefet, instituição no Rio de Janeiro, relatou que ele demonstrava sinais de comportamento violento antes do ataque fatal. Esses sinais, que incluíam perseguições a colegas como Allane e Layse, mortas por João, foram ignorados pela escola. A investigação está em andamento para entender por que os alertas não impediram a tragédia e para considerar a responsabilidade da instituição.

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