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Suspeito de participar de morte de policial civil é preso no Rio

Eduardo Freire Filho, conhecido como Paquetá, foi morto durante assalto no dia 27 de junho na zona norte da capital fluminense

Rio de Janeiro|Thaís Silveira, do R7*

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Agente foi morto a tiros quando chegava em casa
Agente foi morto a tiros quando chegava em casa

Policiais da DH/Capital (Delegacia de Homicídios) prenderam, nesta segunda-feira (9), um segundo suspeito de participar do assassinato do policial civil Eduardo Freire Filho, conhecido como Paquetá, no dia 27 de junho.

Um mandado de prisão temporária havia sido expedido contra o preso. De acordo com as investigações, ele estaria dirigindo a moto usada durante o assalto ao policial.


O suspeito teria deixado um outro homem próximo ao agente e o ajudado a fugir após o crime. Segundo a Polícia Civil, ele confessou a participação no latrocínio (roubo seguido de morte) em depoimento. 

Paquetá morreu após ser baleado no Engenho de Dentro, na zona norte do Rio, quando chegava em casa. Ele era lotado na CFAE (Coordenadoria de Fiscalização de Armas e Explosivos).


Imagens mostram que um homem armado com uma pistola queria o cordão de ouro da vítima. Depois de entregar a joia, o policial foi morto a tiros pelas costas. O suspeito de matar Paquetá foi identificado pela polícia, mas está foragido. 

Outros suspeitos


Em trabalho conjunto com policiais civis do DGPE (Departamento Geral de Polícia Especializada), agentes da DH/Capital prenderam outro suspeito em flagrante. Segundo a polícia, ele dirigia um carro que dava cobertura à ação dos outros dois homens de motocicleta.

A moto, que está em nome da tia do preso, foi apreendida pela polícia na Árvore Seca, uma das comunidades do Complexo do Lins, também na zona norte. 

*Estagiária do R7, sob supervisão de Bruna Oliveira

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