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Tragédia na Capadócia: vítima carioca estava feliz por andar de balão, diz amiga

Ellen Kopelman havia acabado de superar uma crise renal e se esforçou para viajar

Rio de Janeiro|Do R7

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Marina Rosas e Maria Luiza Gomes estavam no balão que caiu, ao lado da amiga Ellen Kopelman
Marina Rosas e Maria Luiza Gomes estavam no balão que caiu, ao lado da amiga Ellen Kopelman

Andar de balão sobre o relevo acidentado da Capadócia, na região central da Turquia, era um dos sonhos de Ellen Kopelman, conforme revelou Déia Batista, amiga e síndica do prédio onde a idosa morava há 50 anos em Ipanema, na zona sul do Rio. Ellen havia acabado de sofrer uma crise renal aguda, mas conseguiu superar o problema a tempo de embarcar para a Europa ao lado das amigas Marina Rosas e Maria Luiza Gomes. As três morreram na madrugada de domingo (19) em um passeio de balão nas proximidades de Nevsehir, capital da Capadócia.

O acidente teria ocorrido por volta da meia-noite (no horário de Brasília, 6h no horário local), quando o tecido do balão em que estavam se rompeu ao tocar em outro. Um cinegrafista amador registrou a queda da cesta em alta velocidade e o choque com força contra o chão (assista ao vídeo abaixo).


Além das três vítimas cariocas, cerca de 25 pessoas estavam a bordo, incluindo turistas da Espanha e Argentina. Pelo menos oito ficaram feridas. As autoridades tiveram dificuldade em reconhecer os envolvidos no acidente, já que nem todos portavam documentos.

O trio carioca costumava viajar junto há cerca de 20 anos. A síndica Déia Batista disse que Ellen Kopelman era muito querida no prédio onde morava.


— Ela estava feliz porque ia para a Capadócia, né. Todo mundo que conhecia ela esse tempo todo está todo mundo triste

Uma filha dela que vive nos Estados Unidos deve desembarcar nesta terça-feira (21) no Rio de Janeiro para esperar pela chegada do corpo. O procedimento ainda não tem previsão para ser feito.

O Ministério de Relações Exteriores informou que vai prestar apoio para a realização do translado dos corpos. Funcionários da embaixada do Brasil na Capadócia percorrem hospitais da região em busca de possíveis brasileiros feridos. 

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