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Três clínicas de bronzeamento artificial são interditadas por risco à saúde no Rio

Procedimento era realizado em câmaras de luz ultravioleta, prática proibida no Brasil pela Anvisa desde 2009

Rio de Janeiro|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Três clínicas de bronzeamento artificial foram interditadas no Rio de Janeiro por riscos à saúde.
  • O bronzeamento por câmaras de luz UV é proibido no Brasil pela Anvisa desde 2009.
  • Irregularidades encontradas incluem falta de licença sanitária e produtos sem preço.
  • A ação faz parte da operação Estética Segura para garantir normas sanitárias nas clínicas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Agentes do Procon e da Sedcon interditam estabelecimentos com câmaras de bronzeamentos por luz UV Reprodução/Procon RJ

Uma operação da Sedcon (Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor) e do Procon-RJ resultou na interdição de três clínicas de bronzeamento artificial, na quinta-feira (5), no Rio de Janeiro. Os responsáveis pelos estabelecimentos foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos.

A fiscalização foi realizada com apoio da Decon (Delegacia de Proteção e Defesa do Consumidor), do CRBM (Conselho Regional de Biomedicina) e da Polícia Militar.


Durante a ação, os agentes interditaram clínicas que realizavam bronzeamento artificial por câmaras de luz ultravioleta (UV), prática proibida no Brasil pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) desde 2009, devido aos graves riscos à saúde, como câncer de pele, queimaduras, envelhecimento precoce e danos oculares.

Nos estabelecimentos localizados nas zonas sul e sudoeste do Rio, os fiscais também encontraram outras irregularidades, como produtos expostos à venda sem preço, ausência de licença sanitária, aplicação de botox com prazo de validade vencido e extintores de incêndio fora da validade.


Além disso, uma clínica de estética em Campo Grande foi autuada por fazer publicidade do chamado “carnê da beleza”, prática proibida por resolução do Conselho Regional de Biomedicina.

Os agentes também encontraram fichas de anamnese sem assinatura do profissional responsável. Também foi identificado o descarte inadequado de lixo infectante, em desacordo com as normas sanitárias.


A ação faz parte da operação Estética Segura, que tem como objetivo verificar se clínicas e espaços que oferecem procedimentos estéticos estão cumprindo as normas sanitárias e de proteção ao consumidor.

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