Rio de Janeiro Vítima de estupro coletivo em comunidade do Rio é encontrada; suspeitos são identificados

Vítima de estupro coletivo em comunidade do Rio é encontrada; suspeitos são identificados

Criminosos gravaram cenas do crime e divulgaram nas redes sociais nesta quarta

Vítima de estupro coletivo em comunidade do Rio é encontrada; suspeitos são identificados

Criminosos divulgaram vídeo do estupro em rede social

Criminosos divulgaram vídeo do estupro em rede social

Reprodução
Criminosos divulgaram crime em rede social nesta quarta-feira (25)

Criminosos divulgaram crime em rede social nesta quarta-feira (25)

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A família da adolescente de 16 anos vítima de um estupro coletivo na última sexta-feira (20) reencontrou a menina na noite desta quarta-feira (25). Um vídeo com o crime foi gravado pelos estupradores e divulgado nas redes sociais gerando revolta e uma onda de mais de 800 denúncias no Ministério Público do Rio. A Polícia Civil investiga a autoria do crime e dois suspeitos já foram identificados. Nas imagens, eles citam que "mais de 30" teriam abusado da jovem.

A vítima chegou na casa da família por volta das 21h e, segundo a avó, está "aparentemente bem". A família diz que a adolescente saiu de casa e não deu notícia por alguns dias, até saberem da divulgação do vídeo através da imprensa e de redes sociais. 

Ela foi resgatada em praça Seca, na zona oeste do Rio. O homem que a encontrou já havia visto a adolescente no local, mas se preocupou com o estado de saúde após ver a repercussão do vídeo. Ele tirou a jovem do local e a colocou dentro do próprio carro. Lúcida, a adolescente indicou a casa da família.

A Delegacia Antissequestro e o Ministério Público do Rio de Janeiro investigam os envolvidos do crime. Segundo o MP, quem desejar enviar denúncias à Ouvidoria deve ter elementos que ajudem na investigação, como novas provas ou identificação dos envolvidos. Quem tiver informações sobre os autores do crime, pode encaminhar ao Ministério Público ou ao Disque-Denúncia (21) 2253-1177.

Blog da DB: Estupro coletivo: como as vítimas de divulgação de vídeos na web podem se defender?