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Saiba como acertar na troca do óleo do carro

Especialista esclarece as principais dúvidas que envolvem lubrificantes

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A troca de óleo é um dos serviços que mais deixa dúvidas nos motoristas
A troca de óleo é um dos serviços que mais deixa dúvidas nos motoristas

Se há um serviço que levanta dúvidas entre os motoristas é a troca de óleo do carro. Muita gente não sabe qual lubrificante usar, quando deve trocar e qual tipo escolher.

O primeiro passo é entender que nem todo lubrificante é igual. O óleo mineral é usado pela frota antiga brasileira, é mais grosso e não tem aditivação interna. “Os óleos semissintéticos têm um percentual de óleo mineral em sua composição, que pode variar de acordo com a marca, e o restante é formulado em laboratório. É um lubrificante mais fino que os óleos minerais e usado em veículos modernos. Já o lubrificante sintético é o mais fino dos três, é feito em laboratório e bastante aditivado. Ela ajuda a diminuir o atrito das partes internas no motor em funcionamento e, consequentemente, aumenta sua vida util. Com relação a custos, o lubrificante mineral é o mais em conta, o semissintético tem valor intermediário e o sintético tem o valor maior”, explica o diretor da Rede Gil, Marco Gil.


Quando trocar o lubrificante?

Se o seu carro é novo, provavelmente tem o motor mais compacto e usa óleo sintético. De acordo com Marco Gil, com a variável do trânsito intenso na maioria das cidades, é recomendável a troca de lubrificante a cada 6 meses ou 5.000 km (o que ocorrer primeiro). “Já motores antigos, que são bem maiores, em geral usam óleos minerais ou semissintéticos e a troca é recomendável a cada 5.000 km ou 10.000 km respectivamente, com período máximo de troca de 1 ano”, explica.


Veja as opções do mercado

Marco Gil alerta para certa confusão na hora de escolher o lubrificante: “O óleo recomendado pela montadora não é o único que pode ser utilizado no seu veículo e nem sempre o mais viável, principalmente com relação aos custos, que normalmente mais altos”, orienta.


Fique atento para não ser enganado

“É importante o consumidor saber qual é a viscosidade do lubrificante indicado no manual do veículo como, por exemplo, Ow40, 0w20, 5w-40, 5w-30, 10w40, e utilizar esta viscosidade para substituir por lubrificantes de diversas marcas, mas que sejam homologados pelas montadoras. Esta homologação atesta que aquele determinado lubrificante passou por todos os testes exigidos pela montadora. Porém, para evitar problemas durante o período da garantia, recomenda-se sempre utilizar a marca e viscosidade do lubrificante indicado pela montadora”, diz Marco Gil.


Troca de óleo deve ser acompanhada pela troca do filtro

Ao trocar o óleo, é essencial substituir o filtro, para que o antigo não contamine o óleo novo com impurezas. “Ao não substituir o filtro em todas as trocas, o grande risco é formar ‘borras’, onde o óleo pode prejudicar o funcionamento perfeito do motor e, em casos mais graves, pode entupir o pescador e travar o motor”, explica o especialista.

Óleos lubrificantes são diferentes para carros e motos

“Os óleos lubrificantes para motos têm aditivos específicos, pois o motor trabalha com giro muito mais alto, assim como ocorre em veículos turbos. Enquanto que veículos com motores aspirados por giro mais baixo podem utilizar lubrificantes sem os chamados aditivos especiais”, esclarece Marco Gil.

Agora que você já esclareceu as dúvidas sobre troca de óleo, clique aqui, acesse o Autoline e faça a busca do seu próximo carro.

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