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‘A polícia não fez corpo mole’, diz secretário de Segurança de SP sobre Caso Gisele

Em entrevista ao ‘Link News’, Osvaldo Nico Gonçalves negou erros na investigação do feminicídio cometido pelo tenente-coronel Geraldo Neto

São Paulo|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O secretário de Segurança Pública de SP, Osvaldo Nico Gonçalves, defende a polícia nas investigações do caso Gisele.
  • Geraldo Neto, tenente-coronel, é suspeito do feminicídio da esposa, Gisele Alves, inicialmente tratado como suicídio.
  • Nico anunciou a instauração de um processo para retirar a condição de oficial de Neto, considerando-o indigno ao oficialato.
  • O secretário destaca a importância da colaboração entre as polícias militar e civil para combater crimes cibernéticos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Atual secretário de Segurança Pública do estado de São Paulo, o delegado Osvaldo Nico Gonçalves concedeu uma entrevista exclusiva ao programa Link News nesta quarta-feira (1º). Na conversa com o apresentador Gustavo Toledo, Nico falou sobre os desafios à frente do cargo e defendeu a polícia paulista nas investigações do chamado Caso Gisele.

“Não houve erro nenhum. Ninguém se intimidou porque ele era tenente-coronel”, declarou Nico. Geraldo Neto foi preso suspeito do assassinato da esposa, a também policial Gisele Alves. Inicialmente, porém, o caso foi tratado como suicídio, mas passou para ‘morte suspeita’ depois de a família relatar que Gisele era vítima de violência doméstica.


Nico ainda revelou: “Ontem [terça], assinei a instauração de um processo para retirar a condição dele como oficial. Ele é indigno ao oficialato”.

Sobre assumir um cargo de gestão, Nico afirmou que sua experiência “no front” o ajuda a ter uma visão melhor, ainda que não tenha objetivos políticos. “Ninguém melhor que um policial estar nessa posição, para transmitir segurança para quem está operando e ver as necessidades”, disse.


Ele defende a colaboração entre as forças policiais militares e civil e enxerga que a troca de informações entre as duas é essencial em um momento em que o crime migra para o digital: “Antes a gente saía correndo. Tinha tiroteio, assalto com refém; hoje não, o crime migrou para a parte cibernética. E nós estamos fortalecendo as delegacias que combatem o crime cibernético”.

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