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Alckmin anuncia reforços em posse de novos chefes da polícia Civil e Militar

Delegado Geral da Polícia Civil e coronel da PM tomaram posse

São Paulo|Ana Ignacio, do R7

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Cerimônia de posse do Delegado Geral da Polícia Civil e do Coronel da PM ocorreu na tarde desta teça-feira (27)
Cerimônia de posse do Delegado Geral da Polícia Civil e do Coronel da PM ocorreu na tarde desta teça-feira (27)

O governador Geraldo Alckmin anunciou reforços nas polícias Cientifica, Civil e Militar durante a oficialização da posse dos novos chefes da Polícia Civil e Militar do Estado, ocorrida na tarde desta terça-feira. Alckmin informou que 185 delegados irão reforçar a a área de investigação de homicídios. Para fortalecer o policiamento das ruas, 960 novos soldados da Polícia Militar passarão a trabalhar em São Paulo. Além disso, a polícia Científica também terá reforço.

— Nomeamos 33 médicos legistas e 47 peritos criminais.


Também foi estabelecido que a perícica vai ter um tempo para chegar as ocorrências. A determinação foi do novo secretário de Segurança Pública, Fernando Grella. O governador não disse qual será este prazo.

— Equipe montada, todo o empenho dobrado [para] fortalecer a segurança pública.


Na tarde desta terça-feira (27), Luiz Maurício Souza Blazeck, novo chefe da Polícia Civil do Estado de São Paulo, e o coronel Benedito Roberto Meira, novo comandante geral da Polícia Militar, oficializaram a posse no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo, na zona Sul de São Paulo.

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Alckmin informou também que a parceria com o Governo do Estado permanece e que a Operação Delegada será expandida. O governador informou que assinou projeto de lei que amplia o convênio firmado entre as prefeituras e a Secretaria da Segurança Pública que permite aos policiais militares desempenharem suas funções nos dias de folgas.

— Podemos celebrar imediatamente o convênio com 123 municípios parceiros neste trabalho.


Cúpula de segurança

A mudança na cúpula da segurança pública do Estado acontece em meio a onda de violência que atinge São Paulo. A taxa de homicídios, que havia sido controlada na última década, voltou a crescer. Só em outubro, o Estado registrou 517 assassinatos.

O único nome mantido foi o do perito criminal Celso Perioli, responsável pela Superintendência de Polícia Técnico-Científica

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