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Após polêmica com herdeira de fábrica de refrigerante, família nega acusações e toma medidas judiciais

Rosângela Rossi alega ter sido excluída do inventário após a morte do pai adotivo. A repercussão foi negativa, e a família se posicionou

São Paulo|Isabelle Amaral, do R7, com Record TV

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Durante reportagem do 'Balanço Geral', Rosângela chorou por ter sido excluída
Durante reportagem do 'Balanço Geral', Rosângela chorou por ter sido excluída

Rosângela Rossi, filha adotiva de Antônio Rossi, dono de uma fábrica de refrigerantes famosa no interior de São Paulo, fez uma denúncia, divulgada pelo Balanço Geral, da Record TV, em que alega ter sido excluída da herança do pai. Com a polêmica, a família, em nome da empresa, se posicionou e afirmou que "não são verdadeiras as afirmativas apresentadas por ela acerca do inventário dos bens deixados em razão do falecimento de Antônio".

Na nota, escrita pelos advogados da família, eles ainda informam que, diante das acusações e da repercussão negativa, estão analisando medidas judiciais, "objetivando a salvaguarda da honra e imagem de suas constituintes".


Na reportagem, Rosângela mostrou estar bem abalada com a situação que vive com a família adotiva desde a morte do pai, em 1999. Aos prantos, ela disse que foi excluída da herança. Apesar de ter recebido R$ 80 mil e dois imóveis como parte dos bens de Antônio, a mulher afirma que o valor é bem menor do que o que ela tem como direito.

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A denunciante diz que só descobriu que era adotada aos 15 anos de idade. Os laços entre ela e família adotiva foram se afrouxando depois que Antônio morreu. Segundo a advogada dela, a mulher teria sido pressionada pela própria mãe a não aceitar a participação na fábrica e, após a partilha, perdeu totalmente o contato com ela.


Por outro lado, os advogados da família dizem que "a partilha foi realizada judicialmente, observando todos os procedimentos e formalidades legais".

História abalada por milhões de reais

Apesar de denunciar ter sido excluída da herança, Rosângela observa que nem tudo é por dinheiro. "Sempre lutei pelo lado afetivo, pela união. Esse é o meu forte, o amor. Só que eu vi que do lado de lá não tem esse amor", lamentou.

A mulher afirma que o que mais a deixa magoada é o fato de a família ter se distanciado dela após a morte do pai. Segundo Rosângela, já são mais de duas décadas sem fazer parte das confraternizações e sem contato com a mãe.

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