São Paulo Aulas são retomadas duas semanas após ataque a tiros na Escola Estadual Sapopemba

Aulas são retomadas duas semanas após ataque a tiros na Escola Estadual Sapopemba

Com a arma do pai, adolescente matou uma colega e ainda deixou outro aluno baleado. Para o retorno, está prevista a atuação de psicólogos, bem como a presença de um segurança na unidade

  • São Paulo | Do R7

Mensagens na Escola Estadual Sapopemba após ataque promovido por estudante

Mensagens na Escola Estadual Sapopemba após ataque promovido por estudante

EDI SOUSA/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO 24.10.2023

As aulas na Escola Estadual Sapopemba serão retomadas nesta segunda-feira (6), duas semanas após terem sido suspensas por causa de um ataque a tiros que matou uma estudante de 17 anos. Para o retorno, está prevista a atuação de psicólogos no suporte aos alunos, bem como a presença de um segurança na unidade.

Um adolescente de 16 anos foi o responsável pelo ataque. Com a arma do pai, ele matou Giovanna Bezerra Silva e ainda deixou outro estudante baleado. Um terceiro aluno teve a mão ferida por estilhaços de vidro durante o ataque. O autor dos ataques foi apreendido.

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As aulas foram suspensas por dez dias pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). Freitas decretou luto oficial de três dias em todo o estado de São Paulo em razão da morte da estudante.

Segundo a Secretaria Estadual da Educação, cerca de 1.800 estudantes dos turnos da manhã, tarde e noite, professores e a equipe escolar participarão das atividades de acolhimento no retorno às aulas. A iniciativa conta com o suporte dos profissionais do Conviva, com a presença de alunos acolhedores de outras escolas e equipes parceiras especialistas em atendimento de emergência e trauma.

Durante toda a semana, estão programadas atividades de acolhimento aos alunos, juntamente com dinâmicas, rodas de conversa e apresentações de dança, teatro e música. Essas atividades serão realizadas pelas equipes das escolas parceiras.

A unidade seguirá com plantão de psicólogos do programa Psicólogos nas Escolas e uma equipe do Cravi (Centro de Referência e Apoio à Vítima), além de outros profissionais que estarão na unidade para oferecer atendimentos individuais e coletivos. 

Também nesta segunda-feira, um segurança privado começa a atuar na escola.

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