São Paulo Caso Tatiane Spitzner: julgamento da morte da advogada é adiado

Caso Tatiane Spitzner: julgamento da morte da advogada é adiado

Vítima foi morta asfixiada e depois jogada do quarto andar do prédio em que morava com o marido em Guarapuava, no interior do Paraná, em 2018

Previsto para esta quinta-feira (3), foi adiado o julgamento do caso da morte da advogada Tatiane Spitzner, jogada do quarto andar de um prédio na cidade de Guarapuava, no interior do Paraná, em julho de 2018. A informação foi confirmada pela família de Tatiane.

O adiamento ocorreu porque um dos advogados de defesa testou positivo para covid-19. Luis Manvailer, marido da vítima, é acusado de ser o responsável pela morte de Tatiane. O IML (Instituto Médico Legal) constatou que a advogada foi morta por asfixia. O laudo elaborado pelos médicos legistas dizia que "o meio utilizado foi a esganadura, emprego das mãos em constrição da região cervical". Antes do laudo, a hipótese era que Tatiane teria morrido após ter sido jogada do prédio.

Advogada foi morta em 2018 e o marido é o principal suspeito

Advogada foi morta em 2018 e o marido é o principal suspeito

Reprodução/Record TV

O quadro A Grande Reportagem, do Domingo Espetacular, apresentou uma entrevista com Manvailer, que contou sua versão sobre o caso que se transformou em uma das acusações de feminicídio mais comentadas do país. O suspeito está preso na Penitenciária Industrial de Guarapuava.

A família de Tatiane acredita que Luiz é o responsável pelo assassinato. Uma tese corroborada pelas imagens das câmeras de segurança do condomínio em que ambos residiam, que mostram Manvailer agredindo a esposa no elevador momentos antes da advogada ser morta.

De acordo com o inquérito, Manvalier vinha demonstrando agressividade em relação a sua mulher. Após a morte dela, ele ainda tentou fugir, mas acabou preso após bater o carro em uma rodovia no interior do Paraná.

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