Cenipa conclui a causa da queda de helicóptero em que estava filho de Alckmin
Acidente aconteceu no dia 2 de abril de 2015 e teve cinco vítimas fatais
São Paulo|Do R7, com Agência Record

O Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) concluiu nesta quinta-feira (12) a causa da queda do helicóptero em que estava Thomaz Alckmin, filho do governador Geraldo Alckmin, em 2 de abril de 2015.
A análise confirma a versão apresentada pela FAB (Força Aérea Brasileira), em julho de 2015, e conclui que as “alavancas” e os “controles flexíveis”, peças fundamentais para a decolagem, estavam desconectadas antes do voo.
O relatório ainda aponta falhas, interferências e acúmulo na rotina de trabalho da equipe e conclui que tais motivos impediram que o mecânico detectasse os problemas da aeronave.
Em um trecho do relatório, a Cenipa afirma que “[Thomaz Alckmin] o passageiro que ocupava o assento dianteiro esquerdo (posto de pilotagem destinado ao copiloto) não poderia estar a bordo. Apesar de ser piloto de helicópteros, este passageiro não possuía habilitação no modelo acidentado e não compunha o quadro de tripulantes do operador ou da organização de manutenção.”
O caso
Cinco pessoas morreram no acidente aéreo com o helicóptero PP-LLS da empresa Seripatri, que caiu sobre uma casa em construção no Condomínio Residencial Fazendinha, na estrada Fazendinha, em Carapicuíba, na zona oeste de São Paulo, por volta de 17h10. Além de Thomaz Alckmin, de 31 anos, estão entre as vítimas fatais o piloto Carlos Haroldo Isquerdo Gonçalves, de 53 anos, com mais de 30 anos de experiência, o engenheiro mecânico Paulo Henrique Moraes, 42, ambos os funcionários da Seripatri; e os engenheiros mecânicos Erick Martinho, 36, e Leandro Souza, 34, da Helipark, empresa de manutenção.












