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Combate ao crime e defesa das vítimas serão prioridade do procurador-geral do MPSP

Em lançamento de campanha à reeleição, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa reforça a importância do MP no enfrentamento à criminalidade

São Paulo|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O procurador-geral de Justiça de São Paulo, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, promoveu evento de recondução ao cargo.
  • Ele pretende combater o crime organizado e humanizar o atendimento às vítimas em seu próximo mandato.
  • Oliveira e Costa destacou a importância do Ministério Público e a colaboração com forças de segurança para operações eficazes.
  • A defesa dos direitos pessoais das vítimas será uma prioridade, buscando melhor acolhimento e acompanhamento.

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O procurador-geral de Justiça de São Paulo, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, promoveu, na última segunda-feira (2), um evento de recondução ao cargo na capital paulista. Se reeleito em 11 de abril, ele pretende continuar a combater o crime organizado junto aos órgãos de segurança e trabalhar pela humanização das vítimas.

Diante de amigos, familiares e demais promotores e procuradores, Oliveira e Costa reforçou a importância do Ministério Público para o controle da criminalidade e a proteção da população.


Procurador-geral de SP rodeado de pessoas em evento
Procurador reuniu amigos, familiares e colegas em evento de recondução ao cargo na última segunda (2) Reprodução/Record News

“Nós realizamos, junto com o Gaeco [Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas], mais de 210 operações, com inúmeras apreensões de ativos, recuperação de cerca de R$ 9 bilhões em dinheiro, com apreensão de inúmeros bens, imóveis e objetos. Isso foi feito graças a um nível de sofisticação muito grande de ação colaborativa do Ministério Público com as forças de segurança e com os órgãos de controle”, disse em entrevista à RECORD.

Além do combate ao crime, o novo mandato visa priorizar a defesa dos direitos pessoais. “Não é possível a vítima ficar aguardando no sol uma audiência, não receber o resultado das suas ações. Ela tem que ser acompanhada, tem que ser tratada e encaminhada, tendo em vista que ela sofreu uma violência ou uma violação de um direito”, disse Paulo Sérgio

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