Dono de academia apagou as conversas com manobrista após professora morrer na piscina
Para delegado, proprietário tentava se esquivar das acusações por conta da intoxicação fatal de Juliana Faustino em aula de natação
São Paulo|Do R7, com RECORD NEWS
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O delegado Alexandre Bento detalhou as investigações da morte da professora Juliana Faustino, que morreu após sofrer uma intoxicação durante uma aula de natação em uma academia em São Paulo.
O proprietário da academia apagou as mensagens trocadas com o manobrista como uma tentativa de se esquivar das acusações, afirmou o delegado nesta terça-feira (10).
“O relato que nós temos é que o proprietário apagou parte dessas mensagens que foram trocadas justamente para tentar se escusar da responsabilidade das alegações”, disse.
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Ainda sobre a situação do manobrista, Bento afirma que a posição dele é “confortável” no processo, ressaltando que a maior responsabilidade recaía sobre seus superiores, já que o funcionário apenas seguia as orientações dadas pelo responsável pelo emprego.
“É confortável para ele, favorece muito ele, porque ele é uma pessoa leiga, que precisa de um emprego e que tava agindo de acordo com a instrução do responsável pelo emprego”, afirma.
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