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Empresário morto em Diadema pode ter sido vítima de vingança

Polícia não acredita que ele foi sequestrado

São Paulo|Fernando Mellis e Ana Ignacio, do R7

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Imagens de uma câmera da loja da vítima mostram o momento em que ele foi levado, algemado, pelos criminosos, que também saíram com um computador
Imagens de uma câmera da loja da vítima mostram o momento em que ele foi levado, algemado, pelos criminosos, que também saíram com um computador

As investigações sobre o assassinato do empresário Alecsandro da Silva Gomes, de 38 anos, levaram a polícia a descartar a possibilidade de que ele foi sequestrado. O corpo da vítima foi encontrado algemado, com tiros de fuzil e sinais de tortura em um terreno em Diadema, no Grande ABC, na madrugada de terça-feira (27). Ele foi levado por criminosos da loja de carros de luxo que era dono, na zona sul de São Paulo, cerca de 12 horas antes de ser achado morto.

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O caso é investigado pela Divisão de Homicídios de Diadema e pela Divisão Antissequestro (DAS) do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), em São Paulo. Para o delegado da DAS, Joaquim Dias Alves, os criminosos que levaram Alecsandro não queriam negociar com a família dele.

— A gente tem certeza de que sequestro não foi. Porque, se fosse, não teriam matado a vítima.


O delegado Nelson Colenói, que investiga o homicídio, também minimizou a possibilidade de um sequestro. Segundo ele, como não foi achado um cativeiro, não há características desse tipo de crime. O policial disse ainda que uma possível vingança também é apurada.

O empresário foi enterrado nesta quarta-feira (28) no cemitério de Congonhas, na zona sul de São Paulo. Alguns familiares dele já foram ouvidos pelos investigadores da DAS. Os depoimentos devem ser retomados nos próximos dias, segundo o delegado Joaquim.


Alecsandro já tinha passagens pela polícia por contravenção. Ele teve envolvimento com jogos de azar, segundo a polícia. De acordo com o delegado, não há indícios se a atividade pode ter alguma relação com o assassinato do empresário.

— A gente ainda não definiu a motivação crime. Primeiro estamos buscando o autor, para depois saber o que o levou a matar o Alecsandro.

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