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‘Faz o Pix ou eu te deito’: mulher que se diz membro do PCC é condenada por roubo

Iasmin Thomaz Dischier vai cumprir 10 anos de prisão após cometer crime com arma de choque em São Paulo

São Paulo|Fábio Borges*, da Agência Record

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Iasmin Thomaz Dischier foi condenada a 10 anos e 4 meses de prisão por roubo em São Paulo.
  • A ré, que se diz membro do PCC, usou uma arma de choque para ameaçar a vítima e roubar seus pertences.
  • A condenação incluiu indícios de autoria e materialidade, incluindo publicações da acusada no Instagram.
  • Ela foi presa em agosto após investigações da polícia e solicitou que o processo fosse em liberdade, pedido negado devido à gravidade do crime.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Iasmin Thomaz Dischier vai cumprir pena em regime fechado Reprodução/Agência Record - 11.11.2025

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) condenou Iasmin Thomaz Dischier, que se intitula como membro do PCC (Primeiro Comando da Capital), a 10 anos e quatro meses de prisão, em regime fechado, por roubo. A sentença foi publicada em 24 de setembro deste ano.

A juíza Lilian Lage Humes, da 9ª Vara Criminal do Foro Central Criminal Barra, representou inicialmente pela prisão preventiva por conta da periculosidade da réu, que utilizou uma arma de choque para roubar os pertences pessoais da vítima, identificada como Aiche Ali abou Jokh, de 33 anos. Não há detalhes sobre qual o emprego do rapaz.


De acordo com a magistrada, há nos autos indícios da autoria e prova da materialidade delitiva, anexados no boletim de ocorrência, no depoimento da vítima e em publicações de Iasmin no Instagram, após o crime, em que ela diz: “Não deu certo? Peguei a arma de choque, botei na garganta dele e falei: Faz o Pix, senão eu vou te deitar aqui mesmo.”

Durante as diligências realizadas por equipes do 34° Distrito Policial do Cambuci, que investigou o caso desde junho deste ano, foram apreendidos na residência da acusada uma touca balaclava na cor preta e arma de choque.


A defesa da réu, ainda, pediu que a condenada respondesse ao processo em liberdade. O pedido foi negado pela gravidade e materialidade do caso.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) afirmou, em nota, que a vítima relatou que conheceu uma mulher na região central e se ofereceu para levá-la até o Metrô Vila Sônia. Ao chegar próximo à estação, a suspeita teria colocado um dispositivo eletrônico em seu pescoço e tentado aplicar um produto de cheiro forte em seu rosto.


A vítima conseguiu impedir a ação, mas foi ameaçada e obrigada a entregar dinheiro e realizar uma transferências de valores, além de ter sua carteira roubada, contendo documentos e cartões bancários.

Iasmin foi presa em 5 de agosto deste ano em cumprimento a um mandado de prisão por equipes do 5° Distrito Policial de Osasco.


A Agência Record não conseguiu contato com a defesa de Iasmin Thomaz Dischier, representada pelo advogado Ulysses da Silva, da Defensoria Pública.

*Sob supervisão de Rodrigo Balbino

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