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Prestador ligado à Enel é preso após cobrar R$ 2.500 para religar energia elétrica em São Paulo

Um vídeo mostra o flagrante, que aconteceu na Praça Manuel Vaz de Toledo; distribuidora alega que suspeito era de empresa terceirizada

São Paulo|Augusta Ramos e Juliana Beker, da Agência RECORD

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Um funcionário terceirizado da Enel foi preso por corrupção ativa em São Paulo.
  • O flagrante ocorreu na Praça Manuel Vaz de Toledo, quando o subprefeito abordou o funcionário após denúncias.
  • Ele exigia R$ 2.500 para religar a energia de um comerciante, alegando ser uma "obrigação".
  • O caso foi registrado no 16º Distrito Policial; a Enel e a SSP foram contatadas para comentar o caso.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Funcionário ligado à Enel foi preso por corrupção ativa na Vila Clementino, próximo à Vila Mariana Instagram/@rafaminatosp/Reprodução

Um funcionário terceirizado da Enel foi preso por corrupção ativa na Vila Clementino, próximo à Vila Mariana, na zona sul de São Paulo, na tarde desta quinta-feira (11).

O detido foi identificado como Alex Rodrigues Nogueira. Um vídeo mostra o flagrante, que aconteceu na Praça Manuel Vaz de Toledo.


Na imagem, o subprefeito da Vila Mariana, Rafael Minatogawa, aborda o homem, diz que trabalha na rua Sena Madureira e que ficou sabendo que precisa pagar um valor para ter a energia religada.

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Durante a conversa, o homem diz que um comerciante o abordou falando que era obrigação dele religar a energia em outro ponto. Ele segue dizendo que o valor para o “conector” era R$ 2.500.


Na sequência, o subprefeito fala: “Vou dar ordem de prisão para você, o senhor está preso por corrupção, estou com a Polícia Civil aqui”.

O subprefeito continua: “Está cheio de pessoas aqui, têm hospitais tendo que usar gerador porque a Enel não consegue religar a energia e tinha gente aqui pedindo propina para religar a luz do cidadão”.


O político ainda teve acesso a uma troca de mensagens que seria entre o funcionário terceirizado e um comerciante. No print, o suspeito encaminha a chave Pix para o pagamento.

O caso foi registrado no 16° Distrito Policial, da Vila Clementino.


Em nota, a Enel afirmou que o homem detido era de uma empresa terceirizada, e alertou que “serviços de atendimento a emergências, como reparos na rede da distribuidora para restabelecimento de energia, não estão sujeitos a cobrança individual ao cliente”.

“A companhia reforça que qualquer exigência de pagamento para reparos na rede elétrica da distribuidora, para restabelecimento de energia, está fora das regras de conduta da companhia. Em caso de dúvidas, os clientes podem entrar em contato com os canais de atendimento”, afirmou a companhia em nota.

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