São Paulo Governo de SP decreta ponto facultativo para servidores afetados pela greve do Metrô nesta sexta

Governo de SP decreta ponto facultativo para servidores afetados pela greve do Metrô nesta sexta

Paralisação dos funcionários comprometeu o funcionamento das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata

  • São Paulo | Do R7

Portas fechadas para o acesso à Estação Barra Funda, na zona oeste da capital

Portas fechadas para o acesso à Estação Barra Funda, na zona oeste da capital

Edu Garcia/R7 - 23.03.2023

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) anunciou, na noite desta quinta-feira (23), que vai decretar ponto facultativo nas repartições públicas estaduais da capital e região metropolitana de São Paulo nesta sexta-feira (24).

A medida foi tomada em razão da greve dos metroviários, que afetou o funcionamento das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata ao longo do dia. De acordo com o governo estadual, a decisão seria publicada no Diário Oficial de hoje.

Operação parcial:

O Metrô reabriu, por volta das 17h30, trechos das linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha, que estavam paralisadas desde o início da operação. Confira o funcionamento:

Linha 1-Azul: Ana Rosa a Luz

Linha 2-Verde: Alto do Ipiranga a Clínicas

Linha 3-Vermelha: Santa Cecília a Bresser-Mooca

Linha 15-Prata: permanece fechada.

Liberação de catracas

No início da manhã de quinta-feira, o governo informou pelas redes sociais a liberação total das catracas para os passageiros, porém a medida não foi cumprida porque a Justiça negou o pedido.

Horas depois, o TRT-2 (Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região) também concedeu uma liminar que determina o funcionamento de 80% do serviço do efetivo do Metrô nos horários de pico e de 60% nos demais horários, durante o período de paralisação. Em caso de descumprimento, pode ser aplicada uma multa ao sindicato no valor de R$ 500 mil por dia.

Reivindicações

As reivindicações dos metroviários são o pagamento de abono salarial e novas contratações via concursos públicos. Em contrapartida, o Metrô, por meio de nota, alegou que "não há justificativa para que o Sindicato dos Metroviários declare greve reivindicando o que já vem sendo cumprido pela empresa, sendo que tal atitude só prejudica a população que depende do transporte público".

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