São Paulo Grupo é investigado suspeito de superfaturar venda de máscaras em São Paulo

Grupo é investigado suspeito de superfaturar venda de máscaras em São Paulo

Polícia faz operação no estado paulista e em Santa Catarina para combater lavagem de dinheiro e organização criminosa

  • São Paulo | Letícia Assis, da Agência Record

Equipes saíram da sede da Polícia Civil, no centro de SP, durante esta madrugada

Equipes saíram da sede da Polícia Civil, no centro de SP, durante esta madrugada

Reprodução/Record TV - 31.05.2022

A Polícia Civil de São Paulo e Ministério Público de Santa Catarina realizam, na manhã desta quarta-feira (8), a operação Tripla Camada, contra um grupo suspeito de realizar um esquema de superfaturamento na venda de máscaras durante a pandemia da Covid-19.

A ação tem como objetivo atingir alvos investigados por fraude em licitação, lavagem de dinheiro e organização criminosa durante as negociações de venda de máscaras de proteção facial durante a pandemia.

De acordo com a Polícia Civil, durante diligências também foram constatados crime de superfaturamento que gerou um prejuízo estimado em cerca de 11 milhões de reais aos cofres públicos.

Segundo o repórter Willian Leite, da Record TV, são cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em casas e empresas. Entre os alvos três estão em São Paulo, um em Sorocaba, interior do estado, e outro no município de Itajaí, em Santa Catarina.

A ação é coordenada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), do MP-SC, que conta com o apoio das equipes da DOPE (Divisão de Capturas do Departamento de Operações Policiais Estratégicas).

Agentes do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos) e GER (Grupo Especial de Reação), da Polícia Civil de São Paulo, também atuam na operação. Para o cumprimento dos mandados, a polícia tem um efetivo de 38 policiais e 18 viaturas.

As equipes se reuniram por volta de 5h30 no Palácio da Polícia Civil, para receber as coordenadas sobre os mandados que devem ser cumpridos.

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