São Paulo Homem é preso em fábrica clandestina de álcool em SP

Homem é preso em fábrica clandestina de álcool em SP

No local foi encontrado um tanque com 15 mil litros da substância. Dono não seguia os procedimentos básicos de segurança

  • São Paulo | Majoí Costa e André Carvalho, da Agência Record

Resumindo a Notícia
  • Homem foi preso em flagrante adminitrando uma fábrica clandestina de álcool.

  • Dise recebeu uma denúncia anônima e foram até o local.

  • No local, foi encontrado um tanque com 15 mil litros da substância.

  • Polícia investiga se outros funcionários também têm involvimento no crime.

Polícia também investiga o envolvimento de outros funcionários

Polícia também investiga o envolvimento de outros funcionários

Reprodução/DISE

Um homem foi preso na tarde desta quarta-feira (5) depois de ser pego em flagrante administrando uma fábrica clandestina de álcool etílico em Cidade Ipava, bairro da zona sul de São Paulo.

Policiais da Dise (Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes) de Carapicuíba receberam uma denúncia anônima e foram até o local. Na fábrica, foi encontrado o homem responsável pelo negócio e outros funcionários.

O dono foi preso em flagrante. Os agentes ainda investigam se os funcionários sabiam da clandestinidade da empresa e se estão envolvidos no crime.

No local, havia um tanque com 15 mil litros de álcool. O recipiente estava aberto e exposto ao sol e à chuva, ignorando os procedimentos básicos de segurança e aumentando os riscos de incêndio.

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Além disso, a fábrica não tinha equipamentos de segurança básicos como, por exemplo, extintores de incêndio.

O estabelecimento não tem autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) ou do Corpo de Bombeiros. 

Os suspeitos utilizavam o nome da marca Super Chama. No rótulo das embalagens, a sede da empresa é em Mairiporã, região metropolitana de São Paulo, porém, a fábrica clandestina foi encontrada na zona sul da capital.

A polícia acredita que o material estava sendo vendido em comércios pequenos do bairro.

Foi aberta uma investigação para apurar a origem do produto, de qual forma ele é distribuído e como é realizado o envasamento do álcool. O caso está sendo registrado na Dise de Carapicuíba.

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