Homem é suspeito de atear fogo na casa da ex-mulher com a filha deles dentro, em São Paulo
Vítimas não tiveram ferimentos graves, mas a residência ficou totalmente destruída. Suspeito foi preso após o crime
São Paulo|Isabelle Gandolphi, da Agência Record

Um homem é suspeito de ter ateado fogo na casa da ex-mulher, após chegar bêbado, na rua Padre José de Anchieta, no residencial Sol Nascente, região do Morro Doce, zona norte de São Paulo, por volta de 21h desta quinta-feira (16).
De acordo com informações da repórter Fernanda Camargo, da Record, apesar da mulher estar separado do suspeito, ele possui livre acesso à casa da ex.
Nesta quinta-feira (16), ele teria chegado bêbado na casa dela e, após uma discussão, ateado fogo na residência, onde também estava a filha do casal.
Na delegacia, ambos se acusavam, sendo que o homem afirmava que a ex iniciou as chamas e vice-versa.
Apesar do ocorrido, a mulher não foi agredida pelo ex-companheiro e, após prestar depoimento, ela aguardava o homem ser liberado pela delegada para irem embora juntos.
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A Polícia e o Corpo de Bombeiros foram acionados para o endereço. A mulher e a filha não ficaram feridas, mas a casa ficou totalmente destruída.
O homem foi detido e encaminhado para a 4° DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), da zona norte.
Mulher carbonizada é mais uma vítima que tinha medida protetiva contra o ex; veja outros casos
A morte da jovem Débora Almeida (no alto à esquerda), que foi carbonizada na última terça-feira (11), em São Paulo, joga luz sobre a violência contra as mulheres e sobre o fato de ela acontecer em alguns casos com vítimas que estão sob medidas protetiv...
A morte da jovem Débora Almeida (no alto à esquerda), que foi carbonizada na última terça-feira (11), em São Paulo, joga luz sobre a violência contra as mulheres e sobre o fato de ela acontecer em alguns casos com vítimas que estão sob medidas protetivas — decisões judiciais que exigem que o potencial agressor mantenha distância, entre outras restrições. Apesar de esse instrumento ser considerado importante para salvar a vida de mulheres que se sentem ameaçadas, recentes assassinatos em que os ex-companheiros são apontados como responsáveis mostram que as precauções tomadas não foram suficientes. Veja alguns casos:




















