Marido de professora de pilates teria se recusado a levá-la ao hospital
Segundo depoimento de uma amiga da vítima, por várias vezes, Larissa pediu para ser levada ao hospital, pois já não aguentava passar tão mal
O caso de envenenamento da professora de pilates Larissa ganha repercussão nacional e novas informações têm sido reveladas.
Como já se sabe, o laudo toxicológico confirmou o uso de chumbinho, substância que teria sido administrada em doses homeopáticas.
De acordo a polícia, a sogra de Larissa é suspeita de administrar as doses do veneno, e o marido seria o responsável por medicar a esposa nos momentos em que ela se sentisse mal.
Mas, de acordo com especialistas, não há medicação que diminua os danos causados pelo envenenamento ao organismo.
Segundo um depoimento de uma amiga da vítima, por várias vezes Larissa pediu ao marido para levá-la ao hospital, pois já não aguentava passar tão mal.
Porém, em todas as ocasiões, o marido se recusava e medicava-a, em casa, para uma suposta virose.
A polícia busca entender a motivação por trás dos crimes, enquanto os suspeitos negam envolvimento.















