São Paulo Investigação paralela descobre novas pistas sobre o caso Lucilene

Investigação paralela descobre novas pistas sobre o caso Lucilene

Peritos particulares encontraram balde com vestígios humanos e apuram se material pode conter o sangue da empresária

Caso Lucilene

Caso Lucilene

Reprodução/Record TV

Uma investigação paralela bancada pela própria família descobriu novas pistas sobre o desaparecimento da Lucilene Maria Ferrari, que sumiu aos 48 anos na véspera de Natal de 2019 na cidade de Porto Ferreira, no interior de São Paulo.

Uma nova informação vem de Ney, o homem que hospedou Vanderlei, o principal suspeito do crime, por três meses, logo depois que ele saiu da prisão. Ney é cunhado de Ragel, amigo de Vanderlei, e confirmou para a Record TV o churrasco em que uma testemunha garante que sabia tudo o que aconteceu com Lucilene, mas não podia falar que Vanderlei teria contado do crime e o local do corpo da empresária para essa pessoa.



Outro ponto que entra na mira da investigação: Lucilene teria descoberto que o hotel dela seria ponto de venda de drogas e prostituição, depois que a polícia descobriu fotos e vídeos de Vanderlei com garotas de programa. Peritos contratados pela família seguem investigando os pontos que faltam.



Gisely, sobrinha de Lucilene, conta que a investigação paralela acontece há 9 meses, diz que não vai parar enquanto não prender Vanderlei, e que estão perto de descobrir o que aconteceu com a tia.

Um ano e meio depois, a esperança da família de encontrar uma resposta se mantém viva. Peritos contratados pelos familiares de Lucilene receberam uma importante denúncia: a pessoa que pediu para manter a identidade em sigilo afirma saber onde está o corpo de Lucilene.

Cães farejadores foram solicitados pela perícia para as buscas. O trabalho dos cães começou cedo. O primeiro ponto foi o hotel. Os peritos solicitaram as buscas também nos fundos do estabelecimento. O que ninguém esperava era que uma pista importante seria encontrada.

Quando a família achou que o trabalho do cão farejador havia terminado ali, uma nova informação. Um cão se agitou ao chegar perto de um balde azul. Segundo os adestradores, é sinal de que ali pode haver sangue humano. Os peritos irão encaminhar o balde para exame que pode comprovar se o sangue seria de Lucilene.

O que chamou a atenção dos peritos e fez com que eles pedissem os cães farejadores nos fundos do hotel foi uma anotação em um pedaço de papel com as iniciais de Vanderlei. O advogado da família acompanha a investigação paralela à da polícia e cobra uma explicação sobre o porquê Vanderlei ter estado na região onde supostamente estaria o corpo da empresária.

O advogado de Vanderlei rebate as suspeitas. Para Gisele, o tempo nunca foi um empecilho para deixar de procurar pela tia, e agora ela acredita que finalmente a família vai saber o que aconteceu.

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