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Justiça condena mulher por invasão e furto de R$ 200 mil de imóvel de ex-diretor do Corinthians

Apesar de ré ser sentenciada a mais de 3 anos de prisão, pena foi substituída por multa e prestação de serviços comunitários

São Paulo|Augusta Ramos e Estela Marconi, da Agência Record

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Jorge Kalil é ex-dirigente do Corinthians
Jorge Kalil é ex-dirigente do Corinthians

A Justiça de São Paulo condenou na última sexta-feira (4) uma mulher acusada de invadir e furtar o apartamento do ex-diretor do Corinthians Jorge Kalil. O crime foi cometido em abril deste ano no bairro Moema, área nobre da zona sul paulistana.

Camila Mathias de Paulo foi condenada a 3 anos, 4 meses e 16 dias de prisão pelo furto. Entretanto, na própria sentença, o juiz do caso converteu a pena em prestação de serviços comunitários e o pagamento de uma multa no valor de dez salários mínimos.


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No entendimento da Justiça paulista, Camila possui bons antecedentes e é ré primária. Além disso, a mulher contribuiu com as investigações e confessou o crime.

De acordo com os depoimentos, a condenada explicou que foi cooptada para o furto por um homem apelidado de Francês. O suspeito, que não teve nome revelado pelas autoridades, teria pago R$ 13 mil para que Camila participasse da trama.


O papel da mulher no crime foi alugar um apartamento no mesmo condomínio no qual Kalil mora. Com documentos supostamente falsos – acusação da qual a ré foi inocentada – e o pagamento de R$ 18 mil de calção, Camila se tornou locatária de um imóvel no 8º andar do edifício.

Cerca de uma semana após alugar o imóvel, a ré chegou ao prédio acompanhada por dois homens. O trio subiu de elevador até o andar do apartamento alugado e, em seguida, subiram cinco lances de escada até a residência de Kalil.


Com o imóvel vazio, o trio teria passado cerca de uma hora no local. Entre os itens roubados estão joias, 20 relógios de pulso e oito canetas de luxo, além de R$ 140 mil, US$ 15 mil e 10 mil euros em espécie, aproximadamente R$ 75,8 mil e R$ 55,4 mil na cotação da época, respectivamente.

Por meio de nota, a defesa de Camila afirmou que “recebeu com serenidade e com satisfação a sentença que absolveu a acusada do delito de uso de documento falso” e que durante o processo tentou mostrar às autoridades que Camila “era e foi uma peça descartável na empreitada criminosa”.

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