Justiça de SP nega prisão domiciliar humanitária a Roger Abdelmassih
A advogada e mulher do ex-médico foi quem fez o pedido de transferência, alegando "frágil estado de saúde" do detento
São Paulo|Do R7, com informações da Agência Record

O Tribunal de Justiça de São Paulo negou mais um pedido de prisão domiciliar ou humanitária para Roger Abdelmassih, feito por sua defesa, em 26 de outubro, segundo informações do Judiciário paulista.
A advogada e mulher do ex-médico, Larissa Maria Sacco Abdelmassih, foi quem fez o pedido de transferência, "em decorrência de sua idade avançada e frágil estado de saúde".
Porém foi acordado pelo indeferimento do pedido, uma vez que o ex-médico vem recebendo os cuidados necessários e seu quadro de saúde permanece estável, "conforme se observa da última perícia realizada pelo IMESC" — o Instituto de Medicina Social e Criminologia de São Paulo.
• Clique aqui e receba as notícias do R7 no seu WhatsApp
• Compartilhe esta notícia pelo WhatsApp
• Compartilhe esta notícia pelo Telegram
• Assine a newsletter R7 em Ponto
Abdelmassih possui cardiopatia grave irreversível e toma medicamentos controlados para a doença.
O criminoso é acusado de ter estuprado ao menos 37 pacientes e foi condenado a 278 anos de prisão, em 19 de agosto de 2014.
Um pedido de prisão domiciliar já havia sido feito pela defesa do ex-médico, em julho do ano passado, mas também foi negado pelo TJ-SP.
Após anos fechado, onde estão os brinquedos do Playcenter?
Há mais de dez anos, o Playcenter, considerado um cartão-postal da cidade de São Paulo, fechou as portas. Inaugurado em 1973, o parque de diversões funcionava em um terreno de 85 mil m² na marginal Tietê, próximo à ponte do Limão, na Barra Funda. Ao lo...
Há mais de dez anos, o Playcenter, considerado um cartão-postal da cidade de São Paulo, fechou as portas. Inaugurado em 1973, o parque de diversões funcionava em um terreno de 85 mil m² na marginal Tietê, próximo à ponte do Limão, na Barra Funda. Ao longo de quase quatro décadas, o empreendimento recebeu milhões de visitantes e enfrentou diversas crises, como queda de público e acidentes com vítimas, além das despesas elevadas com os aluguéis dos terrenos e a manutenção dos brinquedos. Com o fechamento. em 2012, as atrações do Playcenter foram vendidas e transferidas para outros parques

















