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Matador de aluguel é contratado por causa de dívida de R$ 2.000 em drogas

Ele não conseguiu matar a vítima e foi preso; homem já havia assassinado uma pessoa no Pará

São Paulo|Do R7, com Agência Record

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Um homem foi preso pela Polícia Militar na quinta-feira (31) após tentar matar um montador de móveis no Tatuapé, bairro da zona leste de São Paulo. Após a prisão, ele confessou que foi contratado para assassinar a vítima por uma dívida de drogas no valor de R$ 2.000.

O "matador de aluguel", um ajudante de pedreiro, de 39 anos, foi à casa do montador, de 21, na manhã de quinta-feira. Ele conseguiu entrar após render o pai da vítima. O montador, porém, conseguiu fugir pela porta dos fundos e chamou a polícia.


O suspeito foi encontrado na garagam da casa da vítima com a arma na mão. Ele estava com um revólver calibre 38.

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Matador de aluguel

O ajudante de pedreiro disse à Polícia Militar que foi procurado por integrantes de uma facção criminosa, em Sorocaba, cidade a 95 km de São Paulo, e contratado para matar o montador de móveis. Segundo o suspeito, o acordo para assassinar a vítima foi fechado por uma "recompensa" de R$ 2.000. Esse valor é o mesmo que a vítima devia pela compra de drogas.


A vítima contou à polícia que não conhecia o suspeito, mas que já havia sofrido outra tentativa de homicídio na semana passada.

Procurado no Nordeste


O ajudante de pedreiro foi encaminhado para o 30º Distrito Policial (Tatuapé), onde a delegada de plantão descobriu que ele já era procurado pela Justiça do Pará. O homem já matou uma pessoa na cidade Xinguara, que fica a 908 km de Belém, capital do Estado. O processo corre pela 2ª Vara Criminal do município.

Agora, ele responderá também por tentativa de homicídio qualificado mediante pagamento de recompensa e a roubo a residência, pois entrou na casa e roubou o celular e R$ 26 do pai do montador.

Ele ainda é acusado de porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e de uso permitido. Por participar e prestar serviços a uma organização criminosa, ele também responderá por quadrilha ou bando. A Polícia Civil investiga o caso.

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