São Paulo Mulher de Marcola é alvo de ação da PF contra grupo suspeito de planejar fuga de chefes de facção

Mulher de Marcola é alvo de ação da PF contra grupo suspeito de planejar fuga de chefes de facção

Polícia fez buscas na casa de Cynthia Camacho em SP. Equipes descobriram plano de resgate de líderes em presídios federais

  • São Paulo | Do R7

Mulher de Marcola é alvo de operação da Polícia Federal em São Paulo

Mulher de Marcola é alvo de operação da Polícia Federal em São Paulo

Reprodução/RecordTV

A PF (Polícia Federal) realizou buscas na manhã desta quarta-feira (10) na casa de Cynthia Giglioli Camacho, a mulher de Marco Williams Herbas Camacho, conhecido como Marcola e apontado como líder da organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), em São Paulo. Ela é um dos alvos da Operação Anjos da Guarda contra líderes de facções criminosas presos em penitenciárias de Brasília (DF) e Porto Velho (RO). 

A Polícia Federal prendeu 11 integrantes do PCC suspeitos de planejar o resgate de prisioneiros em penitenciárias federais. Os alvos do grupo eram líderes de facções criminosas que estão em presídios de Brasília (DF) e Porto Velho (RO). Cerca de 80 policiais cumpriram mandados de prisão preventiva e outros 13 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

A Operação Anjos da Guarda ocorreu no Distrito Federal (Brasília), Mato Grosso do Sul (Campo Grande e Três Lagoas) e São Paulo (São Paulo, Santos e Presidente Prudente). O nome da operação é uma homenagem aos servidores da Segurança Pública.

Além de planejarem resgates, os suspeitos pretendiam sequestrar autoridades para forçar a soltura de parte dos líderes. As ações eram combinadas com os presos em visitas às penitenciárias.

De acordo com as investigações, os encontros ocorriam nas cabines dos presídios, onde é possível falar com a pessoa privada de liberdade por meio de um vidro. O espaço é chamado de parlatório. Segundo a PF, os integrantes da organização conversavam com os suspeitos em código, utilizavam jargões e falavam de situações jurídicas que não existiam.

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