Mulher é encontrada morta e namorado suspeito do crime foge no ABC Paulista
Corpo de Aline Candalaft, de 31 anos, foi localizado em cima da cama dias depois de ser assassinada a facadas
São Paulo|Augusta Ramos, da Agência Record

Uma mulher foi encontrada morta com ferimentos feitos à faca dentro de casa, em São Bernardo do Campo, região do ABC Paulista, na manhã de domingo (20).
O principal suspeito é o seu namorado, que também é acusado de matar o próprio pai em 2016. Ele ainda não foi localizado.
Segundo boletim de ocorrência, equipes da Polícia Militar foram acionadas para uma ocorrência de homicídio na rua Rio Verde, no bairro Rudge Ramos.
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Ao chegarem no local, os policiais aguardaram a chegada da família da vítima e precisaram forçar a porta do quarto, que estava trancado.
A polícia localizou dentro do cômodo o corpo da mulher, identificada como Aline Candalaft, de 31 anos, em cima da cama, deitada. Ela aparentava estar sem vida há alguns dias.
A tia de Aline informou à Polícia Civil que o pai da jovem recebeu mensagens do namorado dela, Lucas Bonfim Lhamas, de 33 anos, em que ele dizia que ele havia matado Aline e deixado seu corpo na residência do casal.
Suspeito confessou o crime ao pai da vítima
A mulher, então, chamou a Polícia Militar, que encontrou o corpo. Ao lado dela, havia uma faca, utilizada no crime, que foi apreendida.
O suspeito não foi localizado até o momento. Após buscas, a Polícia Civil constatou que Lucas já havia sido processado criminalmente por homicídio, cometido contra o próprio pai, Lourival Garcia Lhamas, em 2016.
A ocorrência foi registrada como feminicídio no 2ª DP (São Bernardo do Campo).
Mulher carbonizada é mais uma vítima que tinha medida protetiva
A morte da jovem Débora Almeida (no alto à esquerda), que foi carbonizada na última terça-feira (11), em São Paulo, joga luz sobre a violência contra as mulheres e sobre o fato de ela acontecer em alguns casos com vítimas que estão sob medidas protetiv...
A morte da jovem Débora Almeida (no alto à esquerda), que foi carbonizada na última terça-feira (11), em São Paulo, joga luz sobre a violência contra as mulheres e sobre o fato de ela acontecer em alguns casos com vítimas que estão sob medidas protetivas — decisões judiciais que exigem que o potencial agressor mantenha distância, entre outras restrições. Apesar de esse instrumento ser considerado importante para salvar a vida de mulheres que se sentem ameaçadas, recentes assassinatos em que os ex-companheiros são apontados como responsáveis mostram que as precauções tomadas não foram suficientes. Veja alguns casos:





















