Mulher é morta com tiros na cabeça pelo companheiro em SP
Segundo a Polícia Civil, a vítima já havia registrado denúncias de violência doméstica e solicitado medida protetiva
São Paulo|Nayara Paiva e Kaic Ferreira, da Agência Record

Uma mulher foi morta com tiros na cabeça pelo companheiro, na tarde desta quarta-feira (18), em Carapicuíba, na região metropolitana de São Paulo. Após o crime, o homem fugiu em um carro.
Segundo o delegado Rogério Oliveira, da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) de Carapicuíba, a vítima trabalhava em um posto de combustíveis. Hoje, ela recebeu uma carona do companheiro para buscar o filho, fruto de outro relacionamento.
No carro, o casal passou a discutir até chegar próximo da casa da mulher. Em determinado momento do percurso, o homem sacou a arma, efetuou alguns disparos na direção da cabeça da vítima e fugiu com o veículo.
A Polícia Militar e o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foram acionados e confirmaram a morte da mulher no local.
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O delegado contou à Record TV que o relacionamento era conturbado, com vários términos e reconciliações. A vítima já havia registrado denúncias de violência doméstica e também pedido uma medida protetiva, que foi revogada.
De acordo com a Polícia Civil, o agressor possui antecedentes criminais por tráfico de drogas. Agora, os investigadores buscam por câmeras de segurança que auxiliem no esclarecimento do crime.
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A morte da jovem Débora Almeida (no alto à esquerda), que foi carbonizada na última terça-feira (11), em São Paulo, joga luz sobre a violência contra as mulheres e sobre o fato de ela acontecer em alguns casos com vítimas que estão sob medidas protetiv...
A morte da jovem Débora Almeida (no alto à esquerda), que foi carbonizada na última terça-feira (11), em São Paulo, joga luz sobre a violência contra as mulheres e sobre o fato de ela acontecer em alguns casos com vítimas que estão sob medidas protetivas — decisões judiciais que exigem que o potencial agressor mantenha distância, entre outras restrições. Apesar de esse instrumento ser considerado importante para salvar a vida de mulheres que se sentem ameaçadas, recentes assassinatos em que os ex-companheiros são apontados como responsáveis mostram que as precauções tomadas não foram suficientes. Veja alguns casos:















