São Paulo Namorado de grávida que teve o corpo carbonizado é preso em SP

Namorado de grávida que teve o corpo carbonizado é preso em SP

Família afirma que ele nunca aceitou a gravidez. Ana Carolina Cardoso dos Santos estava desaparecida desde terça-feira (26)

  • São Paulo | Laura Lourenço e Edilson Muniz, da Agência Brasil

Ela não apareceu no restaurante em que trabalhava, o que causou preocupação ainda maior

Ela não apareceu no restaurante em que trabalhava, o que causou preocupação ainda maior

Reprodução/Record TV

O namorado da mulher grávida que teve o corpo carbonizado foi preso, nesta sexta-feira (29), em Itapevi, região metropolitana de São Paulo. O jovem, de 20 anos, é o principal suspeito de ter cometido o assassinato de Ana Carolina Cardoso dos Santos, de 19 anos.

De acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública), a polícia prendeu o suspeito em cumprimento a um mandado de prisão temporária expedido pela Justiça. Um adolescente, de 17 anos, foi identificado por envolvimento na ação, e buscas são realizadas para localizá-lo.

A vítima desapareceu na terça-feira (26). No dia em que sumiu, ela disse a uma avó que, por estar de folga no trabalho, iria ao cinema com uma amiga. A jovem, que estava grávida de três meses, nunca voltou para casa.

Na quarta-feira (27), ela não apareceu no restaurante em que trabalhava, o que causou uma preocupação ainda maior na família, já que era raro Ana Carolina faltar no emprego.

Enquanto familiares registravam o boletim de ocorrência por desaparecimento na Delegacia de Itapevi, o delegado responsável pelo caso pediu que eles fossem até o IML (Instituto Médico-Legal) de Osasco porque um corpo de uma jovem em circunstâncias parecidas havia sido encontrado em uma estrada de terra em Itapevi.

De acordo com William, pai de Ana Carolina, apesar de o corpo estar praticamente todo carbonizado, foi possível reconhecer a filha. O local em que a vítima foi encontrada condiz com o trajeto que a grávida fazia para visitar a mãe.

A Delegacia de Defesa da Mulher de Itapevi investiga o caso. Testemunhas foram ouvidas, e a autoridade policial representou pela prisão temporária de um suspeito.

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