Pequenas e médias empresas paulistas terão apoio da UE para exportação
Rede internacional ligada ao bloco passa a atuar no interior paulista
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Exportar continua sendo um dos maiores gargalos para pequenas e médias empresas brasileiras. Apesar de representarem mais de 70% do total de companhias que vendem para fora do país, elas respondem por pouco mais de 5% do valor exportado.
É nesse contexto que uma rede internacional ligada à União Europeia começa a operar em São Paulo com a promessa de encurtar caminhos. A EEN (Enterprise Europe Network), presente em mais de 70 países, oficializa nesta sexta-feira (23) a instalação de um polo no estado, com base em Sorocaba. O acordo será formalizado em sessão solene na Câmara Municipal da cidade
A rede atua conectando empresas a parceiros internacionais, oportunidades de inovação, transferência de tecnologia e orientação para acesso a mercados externos.
No Brasil, a EEN já realizou ao menos 3.000 consultorias nos últimos oito anos, com foco especialmente em setores como têxtil, artigos para casa, energias renováveis, inteligência artificial e tecnologia da informação. Segundo o consórcio, essas conexões ajudaram a movimentar mais de R$ 25 milhões em negócios internacionais no período
A nova base paulista funcionará por meio da ABIPI (Agência Brasileira de Internacionalização, Pesquisa e Inovação) e será coordenada em parceria com a Fundação de Apoio à Pesquisa, ao Ensino e à Cultura, que lidera o Consórcio EEN Brasil ao lado da CNI (Confederação Nacional da Indústria) e do Ibict (Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia), ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
Mais do que uma assinatura formal, a chegada da rede ao interior de São Paulo reforça uma estratégia de descentralização da internacionalização.
A proposta é transformar instituições científicas e tecnológicas em hubs de conexão entre academia, setor produtivo e governos, aproximando pequenas empresas de redes globais de inovação algo que, historicamente, ficou restrito a grandes grupos ou capitais econômicos.
O consórcio brasileiro da EEN reúne ainda entidades como Embrapii, Assespro, ApexBrasil, associações empresariais regionais e organizações voltadas ao empreendedorismo feminino, além de uma rede de apoiadores internacionais.
A ideia é construir uma ponte permanente entre Brasil e União Europeia, com cooperação de longo prazo e foco em crescimento econômico sustentável.
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