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Polícia prende empresário suspeito de mandar matar advogado em SP

Após cinco dias de investigações, Polícia Civil prende empresário suspeito de ser mandante do assassinato de advogado

São Paulo|Márcio Neves, do R7 com Agência Record

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Advogado foi morto em seu escritório
Advogado foi morto em seu escritório

Uma operação da Polícia Civil realizada na manhã desta segunda-feira (18) nas cidades de São Bernardo do Campo, Santo André, São José dos Campos e Jacareí, resultou na prisão de um empresário apontado em investigações como sendo mandante da morte do advogado Nilson Aparecido Carreira Mônico em Presidente Venceslau(cidade a 630 km da capital).

A vítima, após ter conseguido ganhar uma disputa na Justiça contra uma empresa de propriedade do homem suspeito, foi morta a tiros em seu escritório na última quarta-feira (13). O homem preso pela polícia civil teria ficado insatisfeito com o resultado do processo judicial e encomendado a morte do advogado.


O delegado Éverson Aparecido Contelli, afirmou que, entre várias outras diligências, foram analisados os seis autos do processo em que o advogado atuou. Isso permitiu observar que seu trabalho foi realizado dentro dos parâmetros legais e concluir que a motivação do crime foi fútil, o que implica no aumento da pena contra o homem apontado como mandante.

Após este trabalho de investigação, segundo a Polícia Civil, foram solicitados mandados de busca e apreensão em endereços onde se suspeitava que pudessem ser encontradas provas ligadas ao crime.


Uma das equipes apreendeu o empresário em seu apartamento, no centro de São Bernardo do Campo. No local, os policiais civis também encontraram três armas de fogo (duas pistolas e um revólver), além de munições, computadores e documentos.

Após ser preso, o homem indicou o local onde estava o veículo envolvido no crime e informou que levou o responsável pela execução até Presidente Venceslau e afirmou que teria mandado apenas dar um susto no advogado. O homem alegou ainda que ficou sabendo do homicídio pela imprensa.

O empresário foi levado para a Delegacia de Homicídios de Santo André e será transferido para Presidente Venceslau.

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