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Polícia prende filha e genro condenados por matar pais dela por herança de R$ 60 milhões

Willians de Sousa e Roberta Nogueira Tafner de Sousa esfaquearam os pais dela na casa da família em Santana de Parnaíba (SP) em 2010

São Paulo|Valeria Valente, da RECORD

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Polícia Civil do Paraná prendeu Willians de Sousa e Roberta Nogueira Tafner de Sousa, condenados por matar os pais dela.
  • O crime ocorreu em 2010, em Santana de Parnaíba, e foi motivado por uma herança de R$ 60 milhões.
  • Em agosto de 2023, a dupla foi condenada a penas de 49 anos e 9 meses e 42 anos e 8 meses, respectivamente.
  • Apesar da condenação, a Justiça permitiu que eles recorressem em liberdade durante o processo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Willians de Sousa e Roberta Nogueira Tafner de Sousa foram condenados por matar idosos em 2010 Divulgação/Polícia Civil do Paraná – 26.01.2026

A Polícia Civil do Paraná prendeu Willians de Sousa e Roberta Nogueira Tafner de Sousa, condenados por duplo homicídio triplamente qualificado, por meio cruel e motivo torpe, dos pais dela. Os agentes encontraram o casal em Foz do Iguaçu (PR) nesta segunda-feira (26).

Conforme decisão da Justiça, a dupla matou, a pauladas e facadas, Tereza Maria Nogueira e Wilson Tafner, que eram donos de imóveis e seguro de vida e possuíam uma herança estimada em R$ 60 milhões.


O crime ocorreu em 2010 na casa da família no condomínio Portal das Acácias, em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo. Os condenados recorreram da sentença e estavam em liberdade.

Em agosto de 2023, Roberta Tafner e Willians de Sousa foram condenados a 49 anos e nove meses e 42 anos e oito meses, respectivamente, em regime fechado.


Apesar da condenação, a própria Justiça de SP permitiu, na ocasião, que os dois recorressem em liberdade.

“Os acusados estão respondendo ao processo em liberdade, compareceram a todos os atos do processo, possuem residência fixa e trabalho lícito, de sorte que não se mostram presentes os requisitos da prisão preventiva, assim defiro o direito de recorrer em liberdade”, afirmou a juíza Cyntia Menezes de Paula Straforini na ocasião.


Além de Roberta, Tereza e Wilson tinham mais um filho, que morreu em 2020 após ter sido infectado pelo coronavírus.

Se a condenação de Roberta se mantiver, a herança deverá ficar à família do irmão da ré.


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