São Paulo Polícia prende Tropa, líder do PCC em SP, após dois meses de investigação

Polícia prende Tropa, líder do PCC em SP, após dois meses de investigação

Traficante era responsável pelo gerenciamento de mais de 20 pontos de drogas em Diadema e na zona sul paulistana

  • São Paulo | André Carvalho, da Agência Record

Foram apreendidas cerca de 6.000 porções de cocaína, 1.033 porções de maconha e 540 de crack

Foram apreendidas cerca de 6.000 porções de cocaína, 1.033 porções de maconha e 540 de crack

Reprodução/Polícia Civil de SP

Após dois meses de investigações, policiais civis do 1º Distrito Policial prenderam, na manhã desta quarta-feira (21), um dos líderes do PCC (Primeiro Comando da Capital), facção criminosa que age dentro e fora dos presídios paulistas. Ele também era responsável pelo gerenciamento de mais de 20 pontos de drogas, na cidade de Diadema e em bairros da zona sul de São Paulo.

Os policiais conseguiram identificar o criminoso depois de uma grande apreensão de drogas, realizada dois meses atrás.

Na manhã desta quarta (21), depois do cumprimento de um mandado de prisão, autorizado pela Justiça, os agentes conseguiram prender Felipe Xavier Barreto dos Santos, de 30 anos, também conhecido como "Tropa", na residência em que ele morava, na rua Gema, 299, no bairro Campanário.

No local, foram apreendidas cerca de 6.000 porções de cocaína, 1.033 porções de maconha e 540 porções de crack, já embaladas para a venda, além de uma pistola, calibre 9 mm, R$ 1.400,00 em dinheiro, celulares e uma grande quantidade de anotações de venda e contabilidade do tráfico. Tropa não ofereceu resistência.

O homem é conhecido assim porque atuou como cabo do Exército brasileiro.

As investigações mostraram também que Felipe Xavier agia de forma violenta para controlar os pontos de venda de drogas na região. A ocorrência está registrada no 1º Distrito Policial de Diadema, localizado na praça dos Cristais, 28, no centro da cidade.

Tropa, líder do PCC em Diadema e na zona sul de SP

Tropa, líder do PCC em Diadema e na zona sul de SP

Reprodução/Polícia Civil de SP

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