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Pré-Carnaval em SP tem superlotação, tumulto e foliões passando mal em blocos de Ivete, Alceu e Calvin Harris

Público precisou receber atendimento médico durante os desfiles; Polícia Militar reforçou o efetivo

São Paulo|Murilo Prado, do R7*, com Estadão Conteúdo, e Rodrigo Balbino, da Agência Record

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Foliões enfrentaram superlotação e tumultos nos blocos de Carnaval em São Paulo.
  • O bloco de Calvin Harris gerou confusão na Rua Consolação, com a PM reforçando a segurança.
  • O evento do bloco de Ivete Sangalo foi interrompido devido ao grande número de pessoas presente.
  • A prefeitura utilizará drones e câmeras para monitorar a segurança durante os desfiles, com 58 mil agentes de segurança mobilizados.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A superlotação no desfile do Bloco Skol   provocou confusão generalizada durante   o carnaval de rua em SP
Superlotação provoca confusão no bloco do DJ Calvin Harris, mesmo antes do show Felipe Marques/Zimel Press/Estadão Conteúdo - 08.02.2026

O pré-Carnaval de rua na cidade de São Paulo começou neste fim de semana com registros de tumultos, superlotações e foliões passando mal durante os desfiles.

O grande número de pessoas no Bloco Skol, com participação do DJ Calvin Harris, provocou confusão generalizada na rua Consolação, no centro da capital paulista, neste domingo (8).


A PM (Polícia Militar) reforçou o efetivo, enquanto os bombeiros civis prestaram atendimento medico aos foliões e auxiliaram no controle da situação.

A confusão era tamanha que o metrô não estava parando na estação Higienópolis, a mais próxima do local.


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No sábado (7), o bloco Quem Pede, Pede, da cantora Ivete Sangalo, precisou ser interrompido por cerca de 50 minutos por causa da superlotação. De acordo com a PM, 1,2 milhão de pessoas estavam nos arredores do Parque Ibirapuera, na zona sul.

No mesmo local, o bloco Maluco Beleza, de Alceu Valença, teve seu início atrasado em quase uma hora por causa do temporal na tarde de sábado.


Trechos da avenida Pedro Álvares Cabral ficaram tomados pela água.

A prefeitura planeja usar 23 drones com reconhecimento facial para monitorar os megablocos. Nesses eventos, também haverá vigilância com as 482 câmeras do Smart Sampa. Este é o segundo ano em que a tecnologia é usada.


Durante o feriado e nos fins de semana de pré e pós-Carnaval, 58 mil agentes — de Polícia Militar (42 mil), Guarda Civil Metropolitana (6.000) e seguranças contratados (10 mil) — vão patrulhar os eventos.

Policiais civis e militares estarão à paisana nos blocos para evitar roubos e furtos, especialmente de celulares.

*Estagiário do R7, sob supervisão de Vivian Masutti, editora-chefe.

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