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Prefeitura de São Paulo lança licitação para reforma de R$ 60 milhões no Minhocão

Empresa que ganhar a disputa pública terá prazo de 18 meses para a conclusão da obra após a publicação da ordem de serviço

São Paulo|Do R7

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Elevado corta parte do centro de SP
Elevado corta parte do centro de SP

A Prefeitura de São Paulo lançou, no fim de agosto, licitação para a recuperação estrutural do Elevado Presidente João Goulart mais conhecido como Minhocão, localizado no centro paulistano. O custo estimado é de R$ 60,3 milhões, com o prazo de 18 meses para a conclusão da obra após a publicação da ordem de serviço.

As intervenções previstas no elevado foram delimitadas após inspeção técnica. Entre elas, estão reparos profundos, tratamento de fissuras, limpeza e desobstrução, reparação de pavimento, remoção de detritos e vegetação e tratamento do concreto.


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A divulgação da empresa de engenharia selecionada está marcada para 20 de setembro. A obra abrangerá toda a extensão do elevado que tem 2,5 km, além dos acessos. O edital envolve intervenções estruturais, não relacionadas diretamente com o uso para lazer.

Um relatório de 2022 de uma empresa de engenharia contratada pela Prefeitura apontou uma série de patologias no Minhocão. Entre elas, estão a exposição e corrosão da armadura (estrutura metálica que sustenta o viaduto), queda de partes do concreto, umidade e problemas de drenagem, dentre outros.


Não há informações até o momento sobre bloqueios no trânsito e eventuais impactos na abertura do Minhocão para pedestres à noite e nos fins de semana. A orientação da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) é de que as intervenções nas faixas de rolamento sejam realizadas majoritariamente entre as 21 horas e as 5 horas, para reduzir impactos no trânsito de veículos.

A obra faz parte de um programa de recuperação de pontes e viadutos. Segundo balanço de agosto da gestão Ricardo Nunes (MDB), 58 obras do tipo estão em execução e ao menos 47 estão em processo de licitação e contratação. Em 2018, o caso de um viaduto que cedeu na Marginal Pinheiros chamou a atenção para a falta de manutenção dessas estruturas.

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