São Paulo Prefeitura esperava trânsito mais intenso após interdição de viaduto

Prefeitura esperava trânsito mais intenso após interdição de viaduto

Bruno Covas, prefeito de SP, disse que ainda não há prazo para término das obras no viaduto Jaguaré. Congestionamento está 20% acima da média

Obras em viaduto

Trânsito está dentro do esperado pela prefeitura

Trânsito está dentro do esperado pela prefeitura

Futura Press/Agência Estado - 13.08.2018

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, afirmou na manhã desta quarta-feira (21) que o trânsito está dentro da expectativa após a interdição de vias causadas pela queda de parte do viaduto Jaguaré, na marginal Pinheiros, que cedeu na madrugada de quinta-feira (15).

A repórter Beatriz Casadei, da RecordTV, que está na CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) em São Paulo, acompanhou a entrevista do prefeito da capital paulista. Ele disse que o congestionamento está 20% acima da média, e considerou o número bom, já que eram esperados 30%.

O prefeito atribui o bom resultado ao trabalho da CET e aos motoristas, que estão buscando rotas alternativas.

Ainda não há um prazo para a conclusão das obras no viaduto. Covas disse que a prefeitura conta com o apoio do engenheiro que assinou a obra do local e este apoio facilitará a normalização da situação do local.

“O engenheiro que executou a obra está, desde ontem, já colaborando com a prefeitura. Ainda não temos nenhuma novidade em relação a prazos e qual vai ser a remediação a ser feita para poder devolver o viaduto à população", afirmou.

Covas disse que a prefeitura realizará uma reunião com o TCM de São Paulo (Tribunal de Contas do Município) nesta quarta para a contratação emergencial de uma empresa para fazer laudos estruturais de pontes e viadutos na cidade. 

O encontro tem como objetivo entender se a cidade de São Paulo tem condições financeiras para acionar este serviço de emergência.

"Tenho certeza que o governador Márcio França e o presidente Michel Temer não vão negar ajuda a São Paulo", afirma Covas, falando sobre a possibilidade da prefeitura não ter condições de arcar com o sistema emergencial.