São Paulo Preso suspeito de aplicar golpe em clientes de bancos em SP

Preso suspeito de aplicar golpe em clientes de bancos em SP

Prisão é resultado da operação "Callidus". Polícia diz que ele integra grupo que se passa por funcionário de instituições bancárias para enganar vítimas

  • São Paulo | Laura Lourenço, da Agência Record

Foram apreendidas quantias em dinheiro, celulares, máquinas de cartão e notebooks

Foram apreendidas quantias em dinheiro, celulares, máquinas de cartão e notebooks

Pixabay

A Polícia Civil prendeu um homem suspeito de ser integrante de uma organização criminosa especializada em aplicar golpes contra correntistas de instituições bancárias em vários estados. A prisão foi resultado da operação "Callidus", realizada na região norte do estado de São Paulo, nesta quinta-feira (13).

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Os trabalhos foram deflagrados por agentes da região de Presidente Prudente, com apoio do Dope (Departamento de Operações Policiais Estratégicas).

As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça, após investigações sobre um golpe aplicado na cidade de Regente Feijó. Os agentes da cidade iniciaram as investigações e descobriram, junto a unidades policiais da região, outros delitos cometidos com o mesmo modo de operação.

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Participaram da ação 18 agentes, com apoio de cinco viaturas, para o cumprimento de dois mandados de prisão temporária e dois de busca e apreensão. Além da prisão, foram apreendidas quantias em dinheiro, celulares, máquinas de cartão, notebook e grande quantidade de material usado na prática criminosa.

Até o momento, foram identificadas vítimas em Mirante do Paranapanema, Santo Anastácio, Emilianópolis, Álvares Machado, além de Regente Feijó. Investigações prosseguem para deter o outro envolvido identificado.

Modus operandi

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Para aplicar os golpes, os criminosos se passavam por funcionários de instituições bancárias e interagiam com as vítimas pelo telefone sobre compras realizadas pela internet. Eles pediam a confirmação dessas aquisições e, após a negativa, encaminhavam a ligação para uma suposta Central de Atendimento do Banco. 

Nesta segunda fase, os suspeitos, além de não bloquearem os cartões das vítimas, ainda conseguiam mais informações com elas, como senhas e dados pessoais. Na sequência, um dos golpistas se apresentava na residência da vítima para recolher o cartão, alegando novamente ser funcionário do banco.

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