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Quatro mulheres e três homens formam júri de Elize Matsunaga

Julgamento por morte e esquartejamento de Marcos Matsunaga, em 2012, começou hoje

São Paulo|Ana Ignacio, do R7

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Elize se emocionou pouco antes do início do julgamento
Elize se emocionou pouco antes do início do julgamento

O júri que irá definir o futuro de Elize Matsunaga é formado por quatro mulheres e três homens. O julgamento da bacharel em direito começou nesta segunda-feira (28) no fórum da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo. A sentença pode sair apenas na sexta-feira (2).

Acusada de homicídio doloso triplamente qualificado (motivo torpe, recurso que impossibilitou a defesa da vítima e meio cruel), além de destruição e ocultação de cadáver, Elize pode ser condenada a 25 anos de prisão, segundo o promotor do caso, José Carlos Cosenzo. Já Santoro, advogado de defesa, quer derrubar todos os qualificadores e não descarta que ela seja absolvida. Veja a expectativa da defesa e da acusação para o júri


O empresário Marcos Matsunaga foi morto dentro do apartamento em que morava com a mulher, Elize Matsunaga, e a filha do casal, então com pouco mais de um ano, no dia 19 de maio de 2012. Alguns dias antes, Elize havia confirmado que o marido estava tendo um caso com outra mulher — ela contratou um detetive particular para segui-lo.

No dia do crime, um sábado, imagens de câmera de segurança do prédio mostram que Marcos desce para pegar uma pizza por volta das 20h. No dia seguinte, Elize é vista no elevador do prédio saindo de casa com três malas, já com o corpo do marido dentro.


Ex-mulher de Marcos Matsunaga desmente Elize sobre tentativa de assassinato

Na segunda-feira (21), as primeiras partes do corpo de Marcos começaram a ser localizadas em Cotia, na Grande São Paulo.


Inicialmente, Elize tenta simular o sumiço do marido e chega a enviar e-mails para a família se passando por ele e dizendo que estava tudo bem.

Em junho, Elize confessa o assassinato e esquartejamento do marido e diz que o crime ocorreu após uma briga seguida de agressão — segundo as investigações, os dois enfrentavam problemas no casamento e brigavam com frequência. Ainda em junho, Elize foi levada para o presídio de Tremembé, onde ficou detida até a data do julgamento.

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