São Paulo Rapaz que teve carro incendiado pela ex avisa: 'Poderia ter matado'

Rapaz que teve carro incendiado pela ex avisa: 'Poderia ter matado'

Franklin Nascimento acordou com veículo em chamas na garagem após atrasar repasse de R$ 800 à antiga companheira

  • São Paulo | Do R7, com Record TV

Ex ateou fogo no carro de rapaz depois de calote

Ex ateou fogo no carro de rapaz depois de calote

Reprodução

O homem que teve o carro incendiado pela ex-namorada, em Guarulhos (SP), por causa de um calote de R$ 800 na parcela do veículo, desabafou neste domingo (2) - assista ao vídeo abaixo.

Em vídeo enviado à Record TV, Franklin Vieira do Nascimento afirmou que ex-companheira cometeu um crime e poderia ter provocado uma tragédia ao atear fogo no carro, estacionado na garagem.

"Ela estava exigindo o dinheiro do carro. Concordo com ela. Não tô discordando. [...] Ela fala que ela me levantou, mas acho que ambos se ajudaram. Aí deu o fato que vocês estão vendo aí. Esse crime que ela cometeu. Ela poderia ter matado várias famílias. Se quisesse colocar fogo no carro, colocasse. Mas esperasse num lugar aberto, não numa casa. Na verdade, ela invadiu a minha casa", explicou.

O caso aconteceu na madrugada de sábado na cidade da Grande São Paulo. Enquanto o companheiro dormia, a mulher foi até a garagem e meteu fogo no carro do ex. A razão é que ela comprou o carro de presente para ele.

Porém, após a separação, ele deveria pagar a parcela de R$ 1.000 do veículo para a ex, mas só repassou R$ 200 - causando um rombo de R$ 800 no que havia sido combinado.

Imagens de circuito de segurança mostram Carla Virgínia Moura de Jesus caminhando com um galão de gasolina em direção à residência do ex. Ela ela entra na garagem da casa, coloca fogo no carro e foge a pé.

Carla e Franklin moraram juntos durante um ano. Ao longo do namoro, eles tiveram alguns desentendimentos devido aos medicamentos para depressão e transtorno de personalidade tomados pela mulher.

O rapaz explica que pediu a ex, quando estavam juntos, para ela colocar o veículo no próprio nome, o que ela havia recusado. "Quando ela foi comprar o carro, eu disse para ela colocar no nome dela. Mas ela disse: ‘Não, nego, eu tô te dando um carro melhor’. Resumindo. [...] Tanto eu quanto os caras da agência falamos 5 vezes. Ela disse que tudo bem", detalhou.

Assista ao momento do crime:

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