Veja a previsão do tempo em São Paulo e no resto do Brasil neste 1º de janeiro
Estados do Sudeste e do Centro-Oeste enfrentam risco de tempestade no primeiro dia de 2026
São Paulo|Do Estadão Conteúdo
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O primeiro dia de 2026 na cidade de São Paulo amanheceu nublado e abafado. O CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura) indica que esta quinta-feira (1º/1) terá máxima de 31ºC. A mínima é estimada em 21ºC.
Há previsão de pancadas isoladas de chuva a partir do meio da tarde até o início da noite. O CGE alerta para o risco de alagamentos e quedas de árvores.
Há potencial para formação de tempestade intensa, embora rápida, em alguns pontos da cidade. O índice de umidade fica na casa dos 55% nesta quinta.
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Próximos dias
A média histórica de chuva em janeiro na capital é de 256,4 mm. Dezembro registrou 177,3 mm de chuva, pouco abaixo dos 184,2 mm esperados para o mês.
A tendência é que o tempo abafado continue em São Paulo durante o primeiro fim de semana do ano. As pancadas de chuva, porém, devem ganhar força a partir de sábado, com a aproximação de uma frente fria.
O CGE avisa sobre potencial para temporal generalizado, principalmente entre o meio da tarde e o início da noite.
E no resto do Brasil?
O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) alerta para o perigo de tempestades durante todo o dia 1.º em todos os estados do Sudeste, além de Goiás, Distrito Federal e oeste da Bahia.
Há risco de chuva volumosa em curto intervalo de tempo, com rajadas de vento de até 100 km/h e chance de queda de granizo sobre toda a região Sudeste, além de Goiás, Distrito Federal e oeste da Bahia.
O Inmet aponta para a formação de uma Zona de Convergência do Atlântico Sul. O fenômeno forma ventos que transportam a umidade da Amazônia em direção às regiões Centro-Oeste e Sudeste. Isso favorece a criação de áreas de instabilidade.
O alerta vale especialmente para o Vale do Paraíba (SP), a região serrana do Rio de Janeiro, o sul de Minas e o sul do Espírito Santo.
O instituto ainda avisa sobre condições severas no sudoeste do Paraná, no oeste de Santa Catarina e no norte do Rio Grande do Sul. Nessas regiões, também há potencial para ventos de 100 km/h.
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