Zema afirma que direita não está fragmentada e vê cenário favorável para 2026
Governador de Minas Gerais afirma que campo conservador tem ‘bons nomes’ e que união ocorrerá no segundo turno
São Paulo|Do R7
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O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), disse nesta quinta-feira (22) em entrevista à RECORD que a direita não está fragmentada para as eleições deste ano. Segundo ele, o campo conservador chegará fortalecido ao processo eleitoral e estará unido para um eventual segundo turno.
“Diferente do que se fala, a direita não está fragmentada, não está desunida. O que acontece é que a direita tem muitos bons nomes, bons governadores, com boas avaliações. Se a direita vier com dois, três, quatro nomes, isso significa que ela está mais forte, que ela terá mais votos no primeiro turno e, no segundo turno, aí sim nós estaremos todos juntos”, disse o governador.
Zema fez os comentários após visita institucional à sede da RECORD, em São Paulo. O governador foi recebido pelo CEO da RECORD, Marcus Vinícius Vieira, e pelo vice-presidente de Jornalismo da RECORD, Antonio Guerreiro.
O governador afirmou que o objetivo central do campo conservador é impedir a continuidade de governos de esquerda no Brasil. “Nós queremos é que a esquerda não governe, não estrague o Brasil, como tem acontecido”, frisou.
“A esquerda parece que só tem um nome há 40 anos e que está prestes a aposentar. A direita, não. A direita forma gente boa, a direita tem essa onda aí. Eu tenho certeza que vamos ter sucesso em 2026 e vamos ter um Brasil que venha a dar orgulho ao brasileiro e não um governo cheio de corrupção, cheio de negociatas, como estamos vendo aí nos mais altos escalões da República. Brasília está se transformando numa vergonha”, acrescentou.
O governador também destacou a importância do diálogo entre lideranças estaduais e da articulação política entre governadores no cenário nacional. “Extremamente importante”, afirmou, ao comentar a necessidade de alianças institucionais. Segundo ele, seu objetivo não é pessoal, mas de projeto político.
“Eu não tenho nenhum plano de poder pessoal, eu tenho sim um plano de Brasil do futuro, para mim, para os meus filhos, para a minha família. O que eu quero é que o Brasil dê certo.”
Zema se definiu ainda como um “outsider” e “antissistema”, mas reconheceu os desafios estruturais da política brasileira. “Não venho da política, sou um outsider, sou um antissistema, mas eu sei que a política no Brasil ainda está muito contaminada. Mas em Minas nós já provamos que existe um caminho diferente, existe um caminho novo.”
Zema também usou a entrevista para fazer um balanço de sua gestão em Minas Gerais. Ele afirmou que assumiu um estado “arruinado” e que entrega ao sucessor um governo com contas em dia, obras em andamento e investimentos privados elevados. O governador destacou ainda a ausência de apadrinhamento político e de corrupção em sua administração.
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