Brasil registra 4.783 casos suspeitos de microcefalia associada ao zika
Informação é do ministro da Saúde, Marcelo Castro
Saúde|Mariana Londres, do R7, em Brasília

O Brasil registrou 4.783 casos suspeitos de microcefalia associada ao vírus zika até o dia fim de janeiro, informou nesta quinta-feira (11) o ministro da Saúde, Manoel Castro. No último balanço, até 23 de janeiro, era, 4.180 casos suspeitos.
De acordo com a pasta, 404 casos já tiveram confirmação de microcefalia associada ao zika. Outros 709 casos notificados já foram descartados.
Nesta quinta-feira (11), o Ministério da Saúde confirmou a terceira morte provocada pelo zika em adultos no Brasil. A paciente, uma jovem de 20 anos do município de Serrinha, foi internada em 11 de abril no Hospital Giselda Trigueiro, em Natal, no Rio Grande do Norte, com queixas respiratórias. Morreu 12 dias depois.
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O achado, considerado de extrema importância por autoridades sanitárias, foi levado à OMS (Organização Mundial da Saúde). Embora não seja o primeiro diagnóstico de morte por zika, o terceiro caso traz mostras mais robustas de que a doença pode levar a quadros mais graves do que inicialmente se imaginava. Não apenas para bebês infectados no período da gestação, mas para adultos que, até então, não apresentavam problemas graves de saúde.
A microcefalia pode ter como causa diversos agentes infecciosos além do zika, como sífilis, toxoplasmose, outros agentes infecciosos, rubéola, citomegalovírus e herpes viral.















