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Continente africano ultrapassa marca de 10 mil casos de covid-19

Metade das infecções foram registrados na África do Sul, seguido pela Argélia, Egito e Marrocos. Dois terços dos 52 países tem menos de 100 doentes 

Saúde|Da EFE

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África passa dos 10 mil casos de coronavírus
África passa dos 10 mil casos de coronavírus

Os casos de infecções pelo novo coronavírus no continente africano, registrados em 52 países, já ultrapassaram 10 mil, e metade deles aconteceram na África do Sul e em três países do norte: Argélia, Egito e Marrocos.

Além disso, as mortes por conta da Covid-19 chegaram a 489, de acordo com a última apuração da Agência Efe, nesta terça-feira (7), com base em comunicados de governos da África e dados divulgados pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos.


A África do Sul está no topo da lista dos países afetados, com 1.686 casos, seguidos pela Argélia (1.423), Egito (1.322), Marrocos (1.141) e Camarões (658), mas dois terços dos 52 países afetados ainda estão abaixo de 100 casos detectados.

No total, 10.111 casos positivos para Covid-19 foram registrados no continente e faz apenas seis dias que a marca de 5 mil foi atingida, enquanto o primeiro caso da doença foi detectado no Egito, em 14 de fevereiro.


Número de mortos

Em relação às mortes, a Argélia é o país com mais mortes, com 173, seguida pelo Egito (85), Marrocos (83) e Tunísia (22), e Burkina Faso e República Democrática do Congo são os dois países subsaarianos com mais mortes pelo coronavírus, com 18 cada.

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Aproximadamente 20 países africanos ainda não têm mortes e quase 80% têm menos de uma dúzia.


Dada a vulnerabilidade de seus sistemas de saúde, muitos países evitaram esperar que a situação se descontrolasse, como aconteceu em países da Europa, e tomaram medidas duras para conter a propagação desta doença viral contagiosa que causa febre alta e complicações respiratórias.

Países como África do Sul e Ruanda decretaram o confinamento total da população, enquanto outras, como a Nigéria ou a República Democrática do Congo (RDC), ordenaram o fechamento de grandes cidades que, devido à sua alta população, representam um risco maior.


Mas as medidas de confinamento levam milhões de africanos ao limite, que precisam trabalhar todos os dias para sobreviver.

Em todo o mundo, o novo coronavírus já infectou mais de 1.350.000 pessoas, causando cerca de 74,8 mil mortes, segundo dados da Johns Hopkins.

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