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Diagnóstico de câncer garante direitos e benefícios aos pacientes; veja quais

Segundo Luciana Holtz, presidente do Oncoguia, o grande desafio é fazer essas informações chegarem a quem tem a doença

Saúde|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • 68% dos pacientes oncológicos desconhecem seus direitos e benefícios garantidos pelo diagnóstico.
  • Principais benefícios incluem isenção de impostos, saque do FGTS e acesso prioritário a serviços de saúde.
  • A presidente do Oncoguia, Luciana Holtz, destaca a desinformação como um grande desafio a ser superado.
  • As Leis dos 30 e 60 dias garantem direitos a exames e tratamento no SUS dentro de prazos específicos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Nesta quarta, 8 de abril, considerado o Dia Mundial de Luta Contra o Câncer, a presidente do Oncoguia, Luciana Holtz, repercutiu em entrevista ao News 19 Horas os dados de uma pesquisa que mostra: 68% dos pacientes oncológicos não sabem os direitos e benefícios garantidos pelo diagnóstico da doença, como isenção de imposto, saque do FGTS e acesso prioritário a determinados serviços.

Segundo Luciana, o maior desafio é superar a barreira da desinformação. “Infelizmente, quando pensamos que hoje temos dados de que mais de 60% dos casos de câncer no Brasil são descobertos nas fases avançadas, temos um ponto de que estamos falhando antes. Então as pessoas estão esperando o tempo inteiro, esperando para uma mamografia, esperando para passar com um mastologista, esperando para fazer uma biópsia ou esperando para fazer um tratamento. Só aqui temos o descumprimento de duas leis que a grande maioria das pessoas não conhece: a Lei dos 30 dias e a Lei dos 60 dias”, expressa.


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A Lei dos 30 dias garante a pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde) com suspeita de câncer o direito à realização de exames diagnósticos em até 30 dias corridos. Já a Lei dos 60 dias diz que o paciente já diagnosticado deve começar o tratamento no sistema público em no máximo 60 dias.

“Eu realmente acho que devemos batalhar para que essas informações sejam inseridas dentro dos sistemas de saúde, tanto no SUS quanto na saúde suplementar, de uma forma muito mais programada”, enfatiza.

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