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Imunização contra gripe tem baixa adesão; veja quem pode se vacinar

Segundo o Ministério da Saúde, apenas 29,5% do público-alvo foi vacinado na primeira fase da campanha; segunda fase já começou

Saúde|Do R7

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Vacinação contra o vírus influenza vai até o dia 9 de julho no Brasil
Vacinação contra o vírus influenza vai até o dia 9 de julho no Brasil

A campanha de vacinação contra a gripe, que protege da infecção causada pelo vírus influenza, imunizou apenas 7,4 milhões de pessoas durante a primeira fase, iniciada no dia 12 de abril, segundo dados do Ministério da Saúde.

O número corresponde a 29,5% das 25,1 milhões inseridas no primeiro grupo prioritário, que contempla crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade; gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto); povos indígenas e trabalhadores da saúde.

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Na segunda fase da campanha, iniciada no último dia 11 de maio, passaram a fazer parte deste grupo as pessoas com 60 anos ou mais e os professores, o que somou mais 32,8 milhões de pessoas ao público alvo para a vacinação.

O Ministério da Saúde pretende vacinar 79,7 milhões de pessoas durante a campanha que vai até o dia 9 de julho.

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No consolidado, o número de imunizados até o momento representa apenas 11% do público-alvo global para alcançar a meta do governo, de 90%. 

Ainda segundo a pasta, 34,8 milhões de doses da vacina influenza trivalente, produzida pelo Instituto Butantan, de São Paulo, já foram distribuídas aos estados e ao Distrito Federal. Até o final da campanha, 80 milhões de dose serão distribuídas. 

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Para pessoas que se enquadram no perfil indicado na primeira fase, mas que não se vacinaram na data indicada, basta comparecer até um serviço de saúde com a caderneta de vacinação e um documento com foto em mãos. 

Caso a pessoa não tenha a caderneta, será necessário apresentar algum documento que comprove que ela está inserida no grupo de risco indicado na fase.

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As próximas pessoas a entrarem no grupo prioritário são: pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; pessoas com deficiência permanente; forças de segurança e salvamento e Forças Armadas; caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso; trabalhadores portuários; funcionários do sistema prisional adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas; população privada de liberdade.

Vacinação gripe x Vacinação covid-19

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As campanhas de vacinação contra a gripe e contra a covid-19 ocorrem simultaneamente pelo país e, por este motivo, o Ministério da Saúde recomenda que seja respeitado um intervalo de 14 dias entre a aplicação dos imunizantes.

A orientação da pasta é que a população dê prioridade à vacina contra a covid-19 e, ao fazer a imunização, agende a data correta para a vacina contra o vírus influenza.

No caso da vacinação feita com a CoronaVac, imunizante aplicado em duas doses contra a covid-19, o recomendado é que se faça, primeiro, sua imunização completa, conforme explica o pediatra e infectologista Renato Kfouri, vice-presidente do Departamento de Imunizações da Sociedade de Pediatria de São Paulo e membro da Comissão Técnica para Revisão dos Calendários Vacinais da SBIm.

“Se está na sua vez de tomar a vacina da covid, dê prioridade a ela, e faça a influenza 14 dias depois. Mas se você tiver tomado a CoronaVac, que o intervalo é de 28 dias, não dá tempo de você fazer entre uma dose e outra, então faça a da influenza 14 dias após a segunda dose da CoronaVac”, orienta o especialista.

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