‘Não é uma estratégia milagrosa’, diz nutricionista sobre jejum intermitente
Edvânia Soares explica como o método pode ser eficaz quando bem orientado
Saúde|Do R7, com RECORD NEWS
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
O jejum intermitente tem ganhado popularidade nas redes sociais como uma estratégia para perda de peso. Em entrevista ao Jornal da Record News de terça-feira (17), a nutricionista Edvânia Soares esclarece a prática “não é milagrosa”, mas pode ser benéfica se adotada com cautela.
“O jejum vai ser um dos pilares para essa estratégia, mas é alimentação, sono, rotina, manejo do estresse, o estilo de vida da pessoa”, diz Edvânia, ao salientar que um período de 12 horas de jejum “é superindicado para controlar os níveis de açúcar dentro do sangue, triglicerídeos, colesterol”.

A nutricionista alerta, no entanto, que qualquer extensão desse período deve ser avaliada por um profissional da saúde. “ Fazer 16 horas, 22 horas, ele é perigoso, sim”, afirma. Além do tempo sem comer, ela destaca que é crucial prestar atenção ao que se consome após o jejum. Manter uma alimentação equilibrada em proteínas e fibras é essencial para evitar excessos calóricos concentrados em curtos períodos.
Para quem pratica atividades físicas durante o jejum, Edvânia sugere consumir alimentos antes do treino para garantir energia suficiente. “Faz um pré-treino, consumir um alimento, o pós-treino faz a refeição seguinte, então que seja um café da manhã, que seja um almoço, que seja o jantar. Então usar a estratégia do treinamento que anteceda essas principais refeições, para essas refeições serem o pós-treino para garantir uma hidratação, para garantir a questão de vitaminas e minerais e a manutenção da massa muscular”, finaliza.
Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!














