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Nova tecnologia consegue fazer diagnóstico de problemas cardíacos quatro anos antes deles começarem a surgir

Pesquisa foi desenvolvida por norte-americanos e traz vantagens para os pacientes e cardiologistas

Saúde|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Nova tecnologia permite prever problemas cardíacos até 4 anos antes de ocorrerem.
  • Equipamento utiliza espectroscopia infravermelha e ultrassom intravascular para detectar formações de gordura.
  • Índice de carga lipídica acima de 400 está associado a 89% de risco de eventos cardíacos.
  • Cardiologistas poderão medicar e conscientizar pacientes de forma antecipada, ajudando na prevenção.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Quando o assunto é saúde, o tempo é essencial. Descobrir uma doença com antecedência pode ser a diferença entre a vida e a morte. A capacidade de poder prever, com anos de antecedência, uma doença cardíaca, por exemplo, conseguiria salvar milhares de pessoas. Graças a uma nova tecnologia, desenvolvida por médicos e pesquisadores norte-americanos, esse projeto já é realidade e eventos cardíacos adversos que poderão ser antecipados em até 48 meses, um período de quatro anos.

O equipamento combina espectroscopia — ciência que analisa as reações entre radiação e matéria — infravermelha com ultrassom intravascular para detectar as placas de gorduras em artérias. De acordo com um estudo, um índice de carga lipídica acima de 400 está associado a um risco de até 89% de ocorrência de eventos cardíacos. Para entender mais sobre a tecnologia, o Hora News entrevistou o cardiologista intervencionista Hideo Kajita.


Ele explica como funciona o método: “É um cateter que colocamos como exame complementar [...] E ele emite uma luz infravermelha para fazer uma análise da composição da placa de gordura desse paciente. Em algumas situações, essa placa de gordura pode ser uma placa mais vulnerável e consequentemente tem uma maior tendência de ruptura, o que levaria o paciente a desenvolver um infarto agudo do miocárdio”.

Segundo Kajita, a invenção é uma vantagem para os cardiologistas, uma vez que agora será possível medicar e conscientizar o paciente com muita antecedência. Ele também destaca que a atenção do tratamento pode ser direcionada para doenças de base, como hipertensão, diabetes, dislipidemia e colesterol alto: “A mudança do estilo de vida e o tratamento dessas doenças ajudam com que esses pacientes estabilizem essa placa de gordura”.

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